Cultura Pop
O dia em que uma mesa-redonda de esportes discutiu a morte de Kurt Cobain (!!)

Você esperava ver um dia uma discussão entre comentaristas esportivos sobre a morte de um grande astro do rock? Se o teu sonho era encarar um troço desses na TV ou no YouTube, tá aí o que o Sports Writers on TV, programa do canal a cabo SportsChannel, de Chicago, apresentou num certo dia de 1994: uma discussão inflamada sobre a morte de Kurt Cobain.
É em inglês, com legendas em inglês (automáticas).
O leque de assuntos do Sports Writers on TV devia ser bem amplo mesmo. O programa – que veio do rádio – costumava trazer uma turma de repórteres esportivos, que faziam mesa redonda sobre esportes, mas volta e meia falavam sobre todo e qualquer assunto. Bill Jauss, Bill Gleason, Ben Bentley, Joe Mooshill, Lester Munson e Rick Telander eram os mais assíduos. Bentley, que foi relações-públicas do Chicago Bulls, costumava servir de moderador. Como bem pedia a dinâmica da época, a mesa-redonda ficava abarrotada de jornais e revistas, que eram manuseados pela turma.
No papo acima, vá lá que dá pra dizer que a turma tenta entender Kurt Cobain e as motivações dos astros do rock do jeito deles, inclusive dando umas boas viajadas. Um dos debatedores diz que Cobain veio de Aberdeen (Washington) e que viveu um dilema entre “ou se adaptar ao que esperavam dele ou se sentir fora” (de certa forma é verdade). Lá pelas tantas falam que “astros do rock amam astros do esporte e vice-versa” (hum… não exatamente). O mais bizarro é ver Bentley e Gleason fumando charutos (!) em meio ao debate esportivo. O papo depois vai para temas como o preço da fama, e para o índice de esportistas que tiravam a própria vida, além de observações meio duvidosas sobre o quanto estar num time de atletas serve como medida de redução de danos.
O Sport Writers on TV passou depois para a Fox Sports, que comprou a emissora, e ficou sendo transmitido até o ano 2000. Segundo o texto do vídeo acima, a turma devia ter alguma paixão recolhida pelo rock dos anos 1990: até Billy Corgan (Smashing Pumpkins) participou do programa.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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