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Cultura Pop

Mouse Heaven: Kenneth Anger encontra Mickey Mouse

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Mouse Heaven: Kenneth Anger encontra Mickey Mouse

Incrível, mas isso existe: um filme que associa os nomes do Mickey Mouse e do cineasta americano maldito Kenneth Anger. Pois bem: Mouse heaven (2004), dirigido por Kenneth, transforma, recria e descontrói o mito do ratinho, lançando mão de uma montagem de memorabília do personagem, dos anos 1920 aos anos 1930. Os brinquedos que você vê no filme são todos da Alemanha pré-Hitler.

Parece infantil demais para o autor de filmes assustadores como Lucifer rising e Invocation of my demon brother. Mas nada disso: é bem legal. Kenneth usa o Mickey em suas mais diversas formas: o ratinho aparece em cartum, brinquedo, souvenir, eletrodomésticos, tatuagem. Em algumas representações, o Mickey aparece bem estranho e deformado (como aquelas “turmas da Mônica” que aparecem desenhadas em muros de escolas pelo Brasil).

>>>  Veja também no POP FANTASMA: “O homem que queremos enforcar”, por Kenneth Anger

Paul Getty, neto do magnata do petróleo J. Paul Getty, financiou Mouse heaven. E a ideia do curta é “refletir sobre o poder icônico de Mickey Mouse e comentar sobre o valor cultural e sentimental da mercadoria comercial”, como chegou a falar o próprio Anger. Aliás o cineasta, que se diz fã de Mickey e de Walt Disney desde pequeno, não deixou de encarar o trabalho como uma provocação ao gigante do entretenimento.

“Estou indignado com a atitude da atual empresa Disney em relação ao Mickey. Eles pensam serem os donos, mas todas as crianças do mundo são donas do Mickey Mouse. E eu desenvolvi uma maneira de pôr Mickey Mouse estrelando em um filme que a atual empresa da Disney não pode se opor legalmente. Filmei uma coleção de brinquedos antigos dos primeiros brinquedos da Disney. E é apenas uma coincidência que todos aqueles brinquedos sejam do Mickey Mouse”, contou Anger em declaração reproduzida pelo site Cartoon Brew.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Psychlopedia: o mistério de Genesis P-Orridge

O ponto de vista de Anger faz sentido: nas primeiras histórias, Mickey era um personagem bem mais sádico e que fazia molecagens bem mais pesadas. Mas com o tempo, foi aparecendo nas mais diversas funções chapa-branca. A mais conhecida era a de investigador associado da polícia, sempre ao lado do Coronel Cintra (e do Pateta).

“Na verdade, estou sendo muito respeitoso com o primeiro Mickey Mouse. Eu odeio o Mickey Mouse que foi feito mais tarde. Isso porque a partir de Fantasia, na Disney, as pessoas decidiram humanizar o rato e remover seu rabo – o que é uma espécie de castração – e transformá-lo em um garotinho bonzinho. A partir daí, ele não era mais o rato travesso e sádico que era no começo”, recorda.

Olha o filme aí (não tem como incorporar aqui, mas tem o link).

Via Whitney Museum of American Art e John Coulthart

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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