Cultura Pop
Mixtape Pop Fantasma #7 (26/05/2021)

Toda quarta-feira às 17h, rola a MIXTAPE POP FANTASMA, dessa vez ilustrada aí por ninguém menos que o magnífico Ovelha, uma das estrelas da série Hit parade, do Canal Brasil, e que rendeu uma matéria bem legal no site.
>>> Tem mais Mixtape Pop Fantasma aqui.
E resumindo, é isso aí: hoje tem Green Day no comecinho, Blondie e um de seus discos mais controversos (aproveitamos para falar também de quando a banda de Debbie Harry abriu para o Rush), aniversário duplo para Grace Jones, Thee Oh Sees voltando para os palcos. Mas também tem Donovan cantando bossa nova em homenagem a Tom Jobim, Foo Fighters relendo um clássico das FMs, lembranças do Snub TV, e uma antiga colaboradora do oitentão Bob Dylan. Ah, e tem novidade com Sharon Van Etten e Angel Olsen.
Ah, lembramos também que estamos toda sexta às 11h da manhã na Mutante Radio, e que lançamos nossa campanha de financiamento mensal.
Ouve ae. Estamos no Deezer, Spotify, Mixcloud e CastBox.
Abre:
The The – Infected
1º módulo
Green Day – Sweet children
Blondie – Angels on the balcony
Grace Jones – Me! I disconnect from you
Módulo 1 e meio
Costinha apresentando programa infantil na Rede Manchete
Pedals: The musical
2º módulo:
Thee Oh Sees – Toe cutter
Donovan – Joe Bean’s theme
Altay Velloso – Coisa de amor
3º módulo:
Foo Fighters – Baker Street
Ovelha – Só me falta ficar nu (Preciso dela pra viver)
João da Praia – Sapo papando a mosca
4º módulo:
Sharon Van Etten & Angel Olsen – Like I used to
Dinosaur Jr – Freak scene
Ultra Vivid Scene – She screamed
Fim:
Scarlet Rivera – Wicked witch of the east
BG: Músicas do disco Jurassic rock, de Leandro Souto Maior
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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