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Cultura Pop

Jogaram documentário de 1991 do Metallica no YouTube

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Capa do DVD A year and a half in the life of Metallica

Em 2021, um certo disco cujo desempenho é bem maior do que sua qualidade completou trinta anos. O Black album do Metallica (1991), pelo menos na minha opinião, tem muitos defeitos e poucas qualidades. Aliás o próprio And justice of all (1989) segue na mesma linha: muita repetição, som magrinho e poucas músicas realmente memoráveis.

O período de adaptação do novo guitarrista Jason Newsted seguiu com muito sofrimento para todos os envolvidos (especialmente para Jason, bullyinizado e perseguido pelos colegas). Mas a verdade é que nunca mais o Metallica faria algo tão bom quanto os três primeiros discos. E sim, Cliff Burton, o baixista morto em 1986, faz falta até hoje.

Aliás, uma coisa bastante curiosa em relação ao período do Black album é que ele gerou um outro produto, que hoje em dia tem sido pouco lembrado nas matérias que são feitas recordando o disco, embora tenha ganhado até uma super edição em DVD recentemente. Além do disco, saiu também um VHS, A year and a half in the life of Metallica. A direção foi feita por Adam Dubin, o mesmo sujeito que fizera o divertido clipe (You gotta fight) For your right (To party), dos Beastie Boys. O VHS dá uma boa série: em mais de três horas (!), documenta bem o período que Bob Rock passou trancado em estúdio com a banda fazendo o álbum preto.

A novidade (bom, talvez não seja tão novidade assim, mas pra gente foi) é que jogaram o filme no YouTube, em todo esplendor de suas três horas e vinte minutos. Pega aí.

A year and a half surgiu da constatação, por parte do Metallica, de que tinham um material muito bom nas mãos e que aquilo ainda iria ficar para a história. Numa época especialmente problemática para o grupo (três dos quatro integrantes estavam se divorciando), o quarteto permitiu que Dubin entrasse no estudio e filmasse tudo. Tudo mesmo: inclusive as encrencas entre os músicos e as aporrinhações com Bob Rock, que exigiu três remixagens e botou a banda para regravar tudo o que achasse necessário. E depois saiu dizendo que jamais produziria um outro disco da banda. A câmera também filma tudo o que aparece pela frente.

No filme, rolou climão com Newsted, um baixista sem o mesmo approach de Cliff Burton e que, ao contrário do colega morto, usava palheta. A banda chegou a fazer uma paredinha de espuma para que o som da palheta não vazasse e eles escutassem apenas o som do baixo (!). Mas A year and a half passa a imagem de que estava tudo sendo normalizado, pelo menos no que dizia respeito ao relacionamento interno, no Metallica (não era bem assim, claro).

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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