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Cultura Pop

Jean Guillou: psicodelia aterrorizante numa viagem espacial no órgão clássico

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Jean Guillou: psicodelia aterrorizante numa viagem espacial no órgão clássico

Compositor, organista, educador musical e assessor de construtores de órgãos (!), o francês Jean Guillou morreu aos 88 anos, em 2019 – o ano em que completavam-se cinco décadas da chegada do homem à lua. E a chegada da viagem espacial inspirou um de seus discos mais curiosos, Visions cosmiques — Improvisations dediées à l’équipage d’Apollo 8, lançado em 1969.

Mais conhecido por seu trabalho com música clássica, Jean acabou criando um disco que se alinha mais com a psicodelia e com álbuns do Pink Floyd (como A saucerful of secrets, lançado um ano antes). Visions cosmiques  tem sete longas faixas, foi todo escrito nos órgãos da igreja de Saint Eustache, em Paris – onde ele trabalhou como organista titular – e surgiu de várias improvisações feitas em duas noites.

O blog do designer John Coulthart dá uma zoada no disco, falando que ele “teve a missão como sua inspiração, embora sua música turbulenta pareça mais adequada para o quase desastre da Apollo 13 do que a leveza da viagem espacial”. E um pouco isso aí, mas não é bem assim: Visions cosmiques tem o mesmo som de boa parte das bandas progressivas e psicodélicas da época, e aproveita o tom de mistério e desconhecido das viagens espaciais em faixas como Requiem pour les morts de l’espace, Leonardo, Icare e Météorites.

O disco original tem um atrativo para colecionadores, que é o fato de ter saído numa série chamada Prospective 21e Siècle, da Philips francesa, com artistas de vanguarda e de música eletroacústica. As capas da série eram feitas de um material que lembrava folha de alumínio, o que torna os discos mais atraentes (e dependendo do caso, mais caros).

O álbum está todo no YouTube, e também está numa caixa de Jean que está nas plataformas, Les premeiers enregistrements.

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Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

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Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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