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Cultura Pop

O clipe de In a Big Country: antes e depois

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O condado de Dorset, na Inglaterra, nunca mais esqueceu de In a big country, single da banda escocesa Big Country.

O principal hit do grupo, lançado em seu primeiro álbum, o excelente The crossing (1983), ganhou um clipe que tem pouco mais de três minutos (o tempo de duração do radio edit da faixa). E que assusta pelo fato de ninguém da Mercury Records ter resolvido fazer logo um filmete promocional com o dobro da duração da faixa, como até David Bowie já tinha feito com The Jean Genie.

Stuart Adamson (voz, guitarra), Bruce Watson (guitarra, voz), Tony Butler (baixo, voz) e Mark Brzezicki (bateria), no tempo ínfimo da música, caçam uma espécie de tesouro, dividem o foco com uma atriz (que esbofeteia e empurra os integrantes da banda em cenas de perseguição), andam de triciclo e jet ski, praticam mergulho e escalada em rochas. Entre uma aventura e outra, aparecem num palco tocando a música.

O clipe da música foi dirigido por Lindsey Clennell, um experiente criador de vídeo, que esteve por trás da produção e dos efeitos do especial de TV Pictures at an exhibition, de Emerson, Lake & Palmer, vários anos antes de cuidar do clipe do Big Country. Clennell também dirigiu clipes de Dire Straits, The Jam, Electric Light Orchestra e muitos outros. Com o tempo, diversificou bastante suas atividades. Hoje também é professor de yoga.

Em 2013 a Dorset Magazine decidiu correr atrás dos lugares pelos quais o Big Country passou para fazer o vídeo de In a big country. O repórter Nick Swann apontou que as ruínas do início são do Castelo de Corfe, e que a banda circula de triciclo ao longo da linha ferroviária abandonada da localidade. Essa linha é hoje a ferrovia Swanage, que foi toda restaurada, deixando o local em nada parecido com a região que aparece no começo do clipe.

Já outras áreas foram bem complicadas de achar, como a casa que surge logo no começo do clipe, e a pequena aldeia que a atriz observa de binóculo. Com alguma dificuldade, tudo foi aparecendo.

“O prédio de onde a banda surge com roupas molhadas já se foi, mas o píer ainda abriga os entusiastas do mergulho. O grande hotel branco que aparece em uma das imagens já foi demolido. Mas ao contrário do que se poderia imaginar, não foi substituído por um prédio, e sim por um parque. Os pilares do hotel, no entanto, permanecem”, explica no texto.

Antes e depois

Em 2009, um canal chamado Elodian já havia feito o mesmo serviço, e postou fotos para mostrar. Olha aí.

Essa reportagem (em inglês) mostra uma visão bem legal da ferrovia e do castelo. Ambos são pontos turísticos.

Esse aí é o píer de Swanage, no qual a banda dá seus mergulhinhos. O local é um baita ponto turístico até hoje e atrai uma turma numerosa a fim de aventuras submarinas.

A seção de escalada do clipe rola nessa região acolhedora aí, Old Harry Rocks. Vai encarar?

https://www.youtube.com/watch?v=q9wWxsvdN-k

Saudades do Big Country. Que por sinal ainda está por aí, mesmo depois da morte do vocalista e guitarrista Stuart Adamson. O grupo circula tendo dois integrantes da época de In a big country, Bruce Watson e Mark Brzezicki. O baixista Tony Butler virou professor de música e lançou um disco solo no ano passado, My time. Here comes the first one, o primeiro single, tem a mesma batida marcial do principal hit de sua ex-banda.

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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