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Cultura Pop

Grace Slick cantando “White rabbit”: só os vocais!

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Grace Slick cantando "White rabbit": só os vocais!

White rabbit, talvez você saiba, não era originalmente uma canção do Jefferson Airplane. Foi uma música composta pela vocalista Grace Slick para seu primeiro grupo, o Great Society, o qual largou para cantar no Jefferson. Já estava composta e ensaiada numa época em que Grace tinha bem pouca voz ativa na banda da qual fazia parte. E foi feita de modo bastante inusitado, após uma mega viagem de ácido que a cantora teve, durante a qual ouviu o disco Sketches Of Spain de Miles Davis (1960) por 24 horas seguidas.

Olha aí o original de White rabbit com o Great Society, com mais de seis minutos. Essa música está no disco Conspicuous only in its absence, lançado em 1968 quando a banda já nem existia mais.

Quando Grace entrou para o Airplane, o Great Society estava pela bola sete. O casamento dela com o baterista Jerry Slick – de quem adotaria o sobrenome – desmoronava. O JA dividia o palco com Grace num show beneficente e Jack Casady, baixista do grupo, achou muito boa a atitude de Grace no show. “Ela não tinha uma atitude submissa, e era isso que queríamos. Queríamos um igual na banda, alguém com quem você pudesse trabalhar, alguém com fogo nos olhos”, recordou num papo com a Loudersound.

Apesar de ter se tornado um grande clássico do Jefferson Airplane, White rabbit nem foi tratada de forma tão generosa assim pela banda. A música, cuja letra era uma brincadeira com contos de fadas e histórias infantis que incluem referências a drogas, quase não entrou no disco Surrealistic pillow (1967), o terceiro do grupo, porque o JA ficou com medo da música ser censurada. Tornou-se um sucesso da banda ao vivo e não sofreu nenhuma forma de censura.

O Jefferson Airplane acabou atravessando décadas e resistindo a modas – inacreditavelmente, já que se tratava de uma banda bastante associada à era hippie (opa, nós do POP FANTASMA consideramos o JA um bom exemplo de banda que não faz feio se incluída na relação de bandas pré-punks). White rabbit também fez parte de vários repertórios. Foi resgatada pelos punks do The Dammed e, que surpresa, até pela cantora Pink.

Mas esse texto era só para mostrar para todo mundo esse fantástico vídeo do YouTube com a voz de Grace Slick isolada na gravação da música.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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