Cultura Pop
A enorme coleção de discos de Ray Manzarek (Doors)

A série de TV Vinyl justice, apresentada pelos humoristas britânicos Adam e Joe desde 1998, deu certa vez uma chegadinha no estúdio de ninguém menos que o saudoso tecladista dos Doors, Ray Manzarek (1939-2013) para conferir sua (enorme) coleção de discos. A paixão do músico sempre foi o jazz, como dá para ver algumas de suas criações – entre elas o solo de teclados de Light my fire, dos Doors, hit single que fez recentemente 50 anos. Ray começou o papo com trilhas sonoras. Mostrou o LP de Tarzan e sua companheira, de 1934, dirigido por Cedric Gibbons, com trilha de William Axt. E seguiu com a trilha de O cosmonauta perdido (Silent running), filme de 1972 de Douglas Trumbull.
A coisa começa a mudar quando Ray apresenta Rubber soul, clássico de 1965 dos Beatles. O músico manda logo um “esse aqui é o disco”, lembra que depois de escutar o álbum teve que tomar “alguma substância psicodélica” e mostra, fazendo piada, como era o ato de dançar doidão nos anos 1960. Outros clássicos vinílicos de Ray são Between the buttons, dos Rolling Stones, e Axis: Bold as love, do Jimi Hendrix Experience. Ambos lançados há cinquenta anos.
Depois, Ray e os humoristas dançam ao som de um disco “moderno” que o parceiro de Jim Morrison tem em casa: In no sense? Nonsense!, álbum do grupo eletrônico Art Of Noise lançado há trinta anos. E Ray finalmente chega no jazz, mostrando Milestones (1958), de Miles Davis para eles. “Isso se chama jazz, j-a-z-z”, ensina o músico. De brinde, você ganha Ray tocando piano e fazendo piada com o “clube dos 27” (ao qual seu amigo Jim Morrison pertence).
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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