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Cultura Pop

Dez clássicos da autoajuda no pop-rock

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Autoajuda no pop-rock: Henry Rollins e Madonna

E já que domingo (27) é Dia do Psicólogo, faça sua terapia em casa com esses dez clássicos para ajudar qualquer um a sair do buraco.

ROLLINS BAND – “LOW SELF OPINION”. Música de abertura de um dos maiores clássicos do punk dos anos 1990, The end of silence (1992). Henry Rollns, vocalista do grupo norte-americano, falava olho no olho com a garotada que sofria bullying, anulava seu próprio ego e, em casos extremos, mirava o suicídio. Rola um papo-cabeça no final: “Se você pudesse ver o que eu vejo quando eu vejo você me vendo/você se veria de uma forma tão diferente/acredite em mim”.

KING KOBRA – “IRON EAGLE (NEVER SAY DIE)”. O superbaterista Carmine Appice montou essa banda de hard rock em 1983, após um curto período em que ele tocou com Ozzy Osbourne. Um amigo compositor disse a Carmine que tinha uma música prontinha para a trilha do filme Águia de aço, mostrou a ele Iron eagle e o KK topou gravar. No clipe, a banda aparecia fazendo treinamento militar com o coronel Charles “Chappy” Sinclair (Louis Gossett, Jr, no filme) e tendo sua resiliência posta a prova. A letra é um clássico da superação.

SURVIVOR – “EYE OF THE TIGER”. Sylvester Stallone queria que o tema de Rocky III fosse Another one bites the dust, do Queen. Como o grupo britânico não gostou muito da ideia, lá foi ele bater um papo com Frankie Sullivan e Jim Peterik (respectivamente o guitarrista e o tecladista da banda norte-american Survivor) e pedir um tema para o filme. Saiu esse clássico da superação e da coragem para derrotar os inimigos. A banda sobrevive (opa) até hoje. Jim Peterik preferiu voltar para o Ides Of March, grupo que criou nos anos 1970 e que também era banda-de-um-só-hit-ou-quase (foi uma das maiores vendagens da Warner em 1970 com Vehicle, também de Peterik).


MADONNA – “THE POWER OF GOODBYE”. Ray of light (1998), um dos melhores discos da Rainha do Pop, traz a cantora fazendo experiências musicais com o produtor William Orbit e e relatando sua vivência com Cabala e Hinduísmo em boa parte das letras. Se o seu problema é o apego a pessoas e coisas mundanas, vale dar uma ouvida nessa música, na qual ela ensina que não há melhor poder do que o de aprender a hora certa de dar tchau.

TOTAL CHAOS – “BE WHAT YOU WANT”. A maior revolução, diz essa música de 1996, é “ser você mesmo não importa o que digam”. O Total Chaos é uma banda de hardcore da Califórnia que existe desde 1989. Tocaram no Brasil em maio, abrindo pro GBH.


ROLLING STONES – “YOU CAN’T ALWAYS GET WHAT YOU WANT”. Vale pelo refrão, no qual um desencantado Mick Jagger ensina que ninguém pode ter tudo o que quer, mas “se você tentar mais algumas vezes, pode pelo menos conseguir o que precisa”. Não é aconselhável para ser usada como técnica motivacional para times de futebol, por motivos meio óbvios.

SARA BAREILLES – “BRAVE”. “Diga o que quer dizer e deixe as palavras saírem/honestamente, quero ver você ser bravo”. A música da cantora californiana foi o primeiro single de seu quatro disco, The blessed unrest (2013), e teve sua letra escrita para um amigo que queria falar sobre sua homossexualidade para a família, mas não sabia como. Mas ela diz que colocou muitos dos seus sentimentos particulares ali. Jack Antonoff, guitarrista da banda fun., escreveu a letra com ela.


PINK – “FUCKIN PERFECT”. Na letra, a cantora se diz “maltratada, mal colocada, mal compreendida” e diz para o ouvinte não dar ouvidos a quem tenta colocá-lo para baixo. A música saiu como faixa inédita da coletânea Greatest hits… So far!!! (2010) e virou controvérsia não apenas por causa do título, como também pelo clipe – aberto com cenas de sexo e com alusões a suicídio. E, vale dizer, a cantora diz que a inspiração da letra foi seu marido, o ex-competidor de motocross Carey Hart.


PENNYWISE – “WOULDN’T IT BE NICE”. “Até tentarmos, como vamos saber?/Como vamos saber até tentarmos?/Vamos partir para encontrar o mundo que estamos procurando/Deixe as crianças crescerem para que sejam o que quiserem/Coloquem-nas na direção certa para que possam construir sua realidade”. O punk (e variações como o emo) sempre foram bons em hinos do “seja forte, você vai conseguir!”. Entre o fim dos anos 1980 e o começo dos 1990, isso esteve bem claro.

BAD RELIGION – “SLUMBER”. Psicologia reversa sempre funciona com crianças. Vai que dá certo com adultos… Nesse clássico do disco Stranger than fiction (1994), o grupo conversa com um ser humano amargurado e desencantado com a vida, e avisa que tem uma notícia excelente para ele. “O repouso eterno logo chegará/e você está fazendo com que ele chegue mais rápido”.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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