Cultura Pop
Cereal box records: quando saíam discos em caixas de cereais (?)

Pode acreditar: entre os anos 1960 e 1970, lá fora (não faço ideia se isso rolou no Brasil), ficaram muito populares os cereal box records. Ou seja: discos de papel (ou pequenos flexidiscs) que ficaram na traseira de caixas de cereais, e que eram recortados pelas crianças e ouvidos em pequenas vitrolinhas – daquelas com caixa acústica no tampo.
Normalmente os pais que tinham grandes aparelhagens de som em casa resistiam a colocar uma porcariazinha dessas no toca-discos oficial da casa. Afinal, eram disquinhos de prensagem duvidosa, com qualidade de som ruim e que, justamente pelas dificuldades do formato, só poderiam ter músicas pequenas.
Entre os mais populares, estavam o Super Sugar Crisp, que chegou a trazer cereal box records dos Archies, aquela banda do hit Sugar sugar, lá por 1969. Everything’s Archie, tema da série Archie Show, saiu nesse formato. Os cereais Rice Krinkles, Alpha Bits e Honey-Comb aproveitaram o imenso sucesso da reprise da série dos Monkees, em 1970, para relançar faixas da banda no mesmo formato.
https://www.youtube.com/watch?v=iGTv3YQBszY
Sim, claro, existiam bandas pop feitas apenas para o formato. Olha aí os Sugar Bears, que começaram a ficar famosinhos nos anos 1970 e lançaram até um disco, Presenting the Sugar Bears, com Kim Carnes – antes da fama – fazendo vocais.
https://www.youtube.com/watch?v=mASBpxbjwmg
Além dos Monkees, os Jackson 5 também lançaram seus disquinhos em cereais. E olha só quem também fez o mesmo: o Kiss, já que a banda lançou um cereal próprio.
https://www.youtube.com/watch?v=DIveIi8GMNw
Em 1956 saiu um dos primeiros desses disquinhos, lançado em 78 rpm (!) no cereal Wheaties, com musiquinhas do Mickey.
Sim, rolaram uns disquinhos de cereais que adiantaram o formato podcast. O cereal Honey Comb, lá pra 1977 ou 1978 lançou vários desses compactinhos de papel com histórias de terror (!).
Em 1986 (deve ter sido um dos últimos), teve o Rock Music Mystery, publicado na embalagem de um cereal chamado Life. Não tinha internet, então você preenchia um formulário de inscrição para o concurso, fazia as adivinhações no jogo de mistério musical e concorria a prêmios.
O canal de vídeo Vinyl Eyezz descolou vários desses disquinhos e fez uma reportagem mostrando o quanto esses compactos ficaram populares e o quanto (enfim) o som era uma merda. “Mas o que você esperaria de um disco feito de caixa de cereal?”, indaga o apresentador.
Via Mr. Breakfast
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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