Cultura Pop
“Braço de ferro”: o power pop (vá lá) chega às novelas

Nos anos 1980, pode acreditar: a Band tinha um núcleo até que bem fortinho de teledramaturgia. A emissora lançava atores como Selton Mello, que começou atuando em novelas por lá. E reaproveitava elenco e equipe de ex-globais. Durante um tempo a Band teve predileção especial por apostar no público infanto-juvenil, Saíam produções como Os adolescentes, cujo elenco era composto majoritariamente por garotos e garotas de 20 e poucos anos interpretando adolescentes. E Braço de ferro – essa última escrita pelo ator Marcos Caruso.
Braço de ferro foi ao ar originalmente entre maio e julho de 1983. E já foi reprisada pela Band algumas vezes (e tinha Selton Mello no elenco). Dela, dá para dizer uma coisa básica: é a única vez em que o power pop chegou à abertura de uma novela no Brasil. O tema de abertura, escrito por Sergio Sá e gravado por um grupo chamado XK, poderia estar no repertório de uma banda como The Motors ou The Records. Lógico que com algumas modificações aqui e ali, já que os vocais parecem ter sido realizados por uma turma especializada em jingles. Olha aí.
“A RGE me chamou, através do Hélio Costa Manso (executivo da gravadora e músico) para criar esse tema. Houve realmente todo um envolvimento. Eu peguei a sinopse, criei a música e eles pediram alterações na letra. Essa foi mais trabalhada, porque eles acreditavam muito na novela. E o Projeto XK era um grupo de rock que eu estava produzindo na época”, contou Sérgio sobre a música do Braço de ferro ao livro Teletema: volume I: 1964 a 1989, de Guilherme Bryan e Vincent Villari.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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