Cultura Pop
Beside Bowie: documentário sobre Mick Ronson ganha trilha sonora

Lembra quando jogaram no Vimeo Beside Bowie: The story of Mick Ronson, documentário sobre o célebre guitarrista que acompanhou David Bowie de 1970 a 1973? E lembra que avisei que era pra pegar logo de lá?
Pois é: até agora não jogaram de novo Beside Bowie no Vimeo ou no YouTube de novo. Em compensação, tem trilha sonora do filme vindo aí. A Universal Music joga nas lojas dia 8 de junho Beside Bowie: The story of Mick Ronson – The soundtrack em CD, formato digital, vinil e edição limitada em vinil colorido.
O disco é a primeira compilação da carreira solo de Ronson. Na mesma data, o filme sai em DVD e Blu-Ray, com conteúdo exclusivo em ambos os casos. Saca aí o lance.

Ficou com vontade? O pacote ainda tem surpresas como Queen, Ian Hunter, David Bowie, Mick Ronson, Joe Elliott e Phil Collen unidos numa versão para All the young dudes, do Mott The Hoople, gravada no Tributo a Freddie Mercury em 1992. Além de Queen, David Bowie e Mick Ronson tocando Heroes no mesmo evento. Tem ainda uma releitura nunca lançada de This is for you, gravada por Joe Elliott, do Def Leppard. A música foi gravada por Ronson em seu segundo disco solo, Play don’t worry, de 1975. E mais uma série de canções-solo de Ronson, e de músicas das quais ele participou.
Abaixo, um papo (infelizmente sem legendas) com Angie Bowie, ex-esposa de David Bowie. Ela foi uma das colaboradoras mais ativas do documentário e fala sobre como conheceu Ronson. Revela que o músico parecia tão desprotegido que ela sentia como se fosse sua irmã mais velha. Ela e Bowie chegaram a avisar à mãe de Mick que tomariam conta dele e se assegurariam de que tudo estaria bem com ele na estrada. Mas fez uma descoberta recente sobre Ronno. “Só recentemente descobri que, na verdade, ele era três anos mais velho que eu! E eu sempre agia como a irmã mais velha dele”, espantou-se.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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