Cultura Pop
Flautas, eletronices e 40 minutos de “Autobahn”: Kraftwerk em 1975

Segundo fãs bastante roxos do Kraftwerk que comentaram nesse link do YouTube que surge abaixo (a rede social de vídeos é uma das raras hoje em dia em que vale a pena ler os comentários), esse show do Kraftwerk em Leverkusen, na Alemanha, aconteceu na verdade em 27 de fevereiro de 1975 (e não em 1974, como aparece escrito).
Foi o primeiro show em que Karl Bartos juntava-se no palco ao timaço Wolfgang Flur, Florian Schneider e Ralf Hutter. E foi uma das últimas gigs da rapaziada em que Florian tocou sua flauta sintetizador. O show rolou na turnê da turnê de “Autobahn”, de 1974, alguns meses antes de eles se trancarem no estúdio Kling Klang para gravar o subsequente ‘Radio activity” (1975, melhor disco deles, eu acho).
O repertório ainda inclui músicas da fase anterior do grupo, mais dada à mistura de psicodelia e climas pesados (em “Ruckzuck” e “Tanzmusik”, por exemplo). A imagem que aparece no vídeo, usada na divulgação de “Autobahn”, também não corresponde à turma que estava no palco, já que o cabeludão Klaus Roder (o terceiro da esquerda para a direira) não estava mais no grupo nessa época – Karl Bartos entrou em seu lugar.
No vídeo abaixo, alguém separou a versão de “Autobahn” que aparece no show e – que dura quarenta (!) minutos.
E esse aqui é o Kraftwerk mais uma vez em 1975, um mês antes de lançarem “Radio activity”, na Inglaterra. O repertório ainda não tem nenhuma música do disco que sairia na sequência.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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