Cultura Pop
111 músicas que fazem vinte anos em 2020

Estamos em 2020 e sobrevivemos ao apocalipse. Pros mais novinhos: em 1999, correu uma lenda urbana mundo afora chamada “bug do milênio”. Era um papo que dizia que os computadores não conseguiriam processar corretamente o dia 1º/1/2000 e dariam pau – inclusive computadores importantes, que fazem serviços como luz e água funcionar nas cidades. Isso causaria uma espécie de apocalipse zumbi e a humanidade morreria aos poucos.
Não rolou.
Alguns computadores pessoais deram problema, mas nenhum infortúnio grave foi relatado. E vendo por essa playlist, os artistas, aparentemente, falaram: “Pois é, não rolou… vamos lançar todos os discos que estavam guardados”. O ano 2000 foi especial no número e na qualidade dos lançamentos.
Nesse momento da história, o digital já era uma realidade. A internet já era reconhecidamente um caminho para vender e divulgar música, os estúdios já eram acessíveis e os artistas independentes conviviam com o mainstream com um potencial nível de igualdade.
No Brasil, temos dois fenômenos importantes. O primeiro é o do forró, que ganhava espaço na mídia com o sobrenome “universitário”. Representados aqui por Falamansa e Rastapé, o forró universitário fez com que o forró pé-de-serra se tornasse mainstream de novo, pós-Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, fosse presença constante nos veículos e lotasse festas e shows Brasil afora.
Outro fenômeno foi o da gravadora Trama, que, sozinha, movimentou uma cena. Em 2000, tivemos a estreia de Luciana Mello (com dois singles que tocam no rádio até hoje) e trabalhos de Pedro Mariano e Jair Oliveira. Até a dupla de repentistas Caju & Castanha aparece no cast da gravadora neste ano.
Ouça 111 músicas que completam 20 anos em 2020 na playlist abaixo:
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.




































