Usando basicamente aquarela, acrílico, giz e materiais descartados (desenhos antigos, papel ou tecidos), a artista plástica norte-americana Jaqueline Secor vem se dedicando a uma série chamada Diversidade da natureza, na qual desenha vaginas. Criada na Igreja Mórmon, ela vê a série de pinturas (na qual as vaginas ganham impressões quase florais) como uma forma de mudar o mundo.

“No Utah (onde ela mora), há uma regra difundida e não dita de que as mulheres devem obedecer a uma definição muito restrita de ‘perfeição’. Senti um pouco dessa pressão para me conformar quando me mudei do norte da Califórnia, e a pintura me ajudou a conquistar esse impulso. Eu quero comunicar artisticamente a necessidade de superar uma história de vergonha, misoginia e patriarcado”, conta. “A vulva simboliza o nascimento, onde a terra é o útero principal. Tudo o que vive emerge do ventre e retorna à terra na morte. Foi instintivo para mim reimaginar as vulvas com imagens da terra e do mar, que são elementos do mundo natural do qual fazemos parte. A sobrevivência da natureza depende da diversidade”.

Happy V day! ❤️ #loveyourself #garden #flower #nature

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Via Sociedelic e Empty Kingdom