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Cultura Pop

Courtney Love no Faith No More em 1983

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Courtney Love no Faith No More em 1983

Por seis meses, quem esteve à frente do Faith No More foi ninguém menos que Courtney Love – bem antes de casar-se com Kurt Cobain e cantar no Hole, e também um pouco antes do recém-ido Chuck Mosley assumir os vocais do grupo. O período de Courtney Love no Faith No More é impreciso. Muitas fontes na web apontam para 1984, mas a própria cantora afirmou que cantou no grupo “tipo em 1983”, numa entrevista para Lucio Ribeiro na Folha de São Paulo. Pelo menos tem esse vídeo aí, dela cantando Blood com a banda.

No vídeo abaixo, Courtney conta um pouco da sua história com a banda. Disse que viu o FNM ao vivo e que o grupo tinha um vocalista muito ruim, e se ofereceu para cantar com eles. A futura senhora Cobain, na época, chegou a ser namorada do tecladista Roddy Bottum, que depois virou padrinho de sua filha Frances Bean Cobain. “Fui uma das últimas namoradas dele antes de ele virar gay”, contou Courtney à Folha.

Ao que consta, o que atraiu Courtney no FNM foi que ela achou que o som deles lembrava muito o do Killing Joke. De fato, uma referência audível no som do Faith até em discos lançados vários anos depois da passagem dela por lá. Olha aí o que Roddy falou à biografia The real story, escrita por Steffan Chirazi em 1984.

“Ela cantou conosco por provavelmente seis meses. Ela era uma artista incrível; ela gostava de cantar de camisola, adornada com flores. Nós estávamos mudando bastante de vocalista nessa época, mas ela era realmente boa. Ela fez muitas coisas em que gritava muito, e também fizemos muitas coisas lentas. Quando ela cantou conosco, ela era punk rock. Agora ela diz que ela sempre foi punk rock, mas não é verdade. Depois que ela deixou a nossa banda, ela estava totalmente… com um senso de humor, mas realmente era um tipo de coisa pop. Todos estávamos nesse ponto. A gente até vazia uma cover de Jump, do Van Halen” (Roddy Bottum sobre o período de Courtney Love no Faith No More)

Via Dangerous Minds e Faith No More Followers

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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