Cultura Pop
“Younger than yesterday”, clássico dos Byrds, faz aniversário hoje!

O POP FANTASMA relembra diariamente alguns discos que estão fazendo aniversário. Os textos serão escritos e postados com total desrespeito ao velho apetite do jornalismo por datas redondas, clássicos indiscutíveis (opa, alguns dos que vamos colocar são clássicos sim) e efemérides de meter medo.
No dia 5 de fevereiro de 1967 saía um dos melhores discos já lançados no mundo (opinião nossa), “Younger than yesterday”, quarto álbum dos Byrds…
https://www.youtube.com/watch?v=dNfvRgK0ehs
… e no mesmo dia em 1970 chegava às lojas a trilha de “As máquinas quentes” (“Little Fauss and Bill Halsy”, no original), composta em sua maioria por canções de Johnny Cash…
… e há quarenta anos saía “Earth”, do Jefferson Starship…
https://www.youtube.com/watch?v=NOnlnohWOoI
… enquanto em 1984, no mesmo dia e mês, o Simple Minds virava bandona e cruzava a fronteira do sucesso mundial com seu sexto disco, “Sparkle in the rain”…
… e em 1989, chegava às lojas “Dylan & The Dead”, com gravações feitas dois anos antes, na turnê que reunia Bob Dylan e o Grateful Dead…
https://www.youtube.com/watch?v=UMC-z_GYw7o
… já em 1995 era a vez da banda escocesa The Pastels, nesta mesma data, lançar seu terceiro disco, “Mobile safari”
… e em 6 de fevereiro de 2001, Jeff Beck unia blues, rock, guitarras (muitas, como sempre) e som eletrônico no bom “You had it coming”
https://www.youtube.com/watch?v=f_fTx0BzrJQ
… e olha só quem lançava disco num 6 de fevereiro, só que em 2006: os Sparks, com “Hello, young lovers”…
… e também num 6 de fevereiro (de 2007), o Fall Out Boy soltava seu variadíssimo terceiro disco “Infinity on high”, levando a brasa do seu punk pop para as sardinhas do hip hop e do R&B em vários momentos (Babyface produziu duas faixas). Parabéns aos discos e aos fãs das bandas!
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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