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Cultura Pop

Take It Back: Um time MUITO eclético de estrelas ensina sobre reciclagem em 1991

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Take It Back: Um time MUITO eclético de estrelas ensinando sobre reciclagem em 1991

Suas noções de “ecletismo” serão atualizadas a partir deste texto. Em 1991, uma organização chamada Take It Back Foundation, com sede em Burbank (Califórnia), decidiu espanar a poeira do hit Yakety yak, da dupla de hitmakers Jerry Leiber e Mike Stoller, e usá-lo como trilha sonora de uma campanha sobre reciclagem, estrelada por um time de artistas.

A tal da Take It Back foi fundada por Jolie Jones, filha de ninguém menos que… Quincy Jones, o que já garantia que o tal time de estrelas fosse imbatível. O projeto começou a ser bolado quando a organização foi criada, em 1990, e demorou um ano até ser realizado. Quando finalmente foi exibido pela MTV em 15 de abril de 1991, mostrou uma turma inesperadamente eclética. Nada menos que Bette Midler, B. B. King, Stevie Wonder, Queen Latifah, Randy Newman, Kenny Loggins, MC Skat Cat, Ozzy Osbourne, Quincy Jones, Pat Benatar e Natalie Cole, todos contracenando com personagens da Warner (como Pernalonga) e soltando a voz num rap que dizia coisas como “não seja quadrado, não seja idiota/não faça dessa Terra um depósito de lixo”.

Se você nunca viu essa preciosidade (ou como quer que queira chamar o vídeo), não perca.

Na época, Jolie fez barulho: o vídeo ainda ganhou chamadas com as celebridades falando sobre reciclagem (exibidas na MTV, no VH 1 e outros canais), teve material distribuído em escolas e, para dar aquela força na campanha, chegou grana da Atlantic Records, da Sony e até da AT&T.

Além do clipe, saiu um homevideo de mais de 40 minutos. Trazia uma versão estendida do clipe, incluindo vinhetas, a bela Jolie Jones (ela tinha sido modelo) falando sobre reciclagem, depoimentos do elenco de popstars e – na época era de rigor – um making of da empreitada.

Aliás, a Take It Back Foundation ainda existe. No site de Jolie Jones, o vídeo (que depois recebeu uma penca de prêmios) é citado como um dos grandes momentos da fundação.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Como duo, o francês Pamplemousse mistura stoner, punk, grunge, psicodelia e vários experimentos sonoros em Porcelain.
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