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Cultura Pop

DJ com diarreia e hemorroidas faz disco com o próprio cocô

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DJ com diarreia e hemorroidas faz disco com o próprio cocô

Que fluidos corporais você escolheria para imprimir um disco de vinil?

Bom, a revista “Uncut” de março fez uma matéria com os discos mais bizarros já feitos nos útimos tempos. Um dos escolhidos foi um álbum de 2004 de um produtor holandês de música eletrônica chamado Ra-X, “The opium den (Parts I-IV)”. Independentemente da qualidade do disco, o lado bizarro da situação fica por conta do fato de Ra-X – cujo nome verdadeiro é Vincent Koreman – ter misturado, supostamente, cocô infectado ao vinil usado para fabricar o disco. Como nenhuma desgraça vem sozinha, o autor da obra estava com diarréia e hemorróidas.

A coloração meio amarronzada do vinil viria disso – e um cara que postou no portal Discogs jura que é possível sentir cheio de fezes humanas na hora em que a agulha do toca-discos começa a executar o LP. Olha aí. Sua definições da expressão “disco de merda” foram atualizadas ou não?

DJ com diarreia e hemorroidas faz disco com o próprio cocô

Segue o textinho da “Uncut”.

DJ com diarreia e hemorroidas faz disco com o próprio cocô

Tem interesse em ouvir o disco? Ele está dividido em quatro partes no YouTube.

A novidade é que tem mais gente interessada em fazer esse tipo de coisa do que você pensa. Uma empresa britânica chamada Andvinyly prensa, sob sua encomemenda, suas futuras cinzas, ou as de seu cachorrinho de estimação, em um disco de vinil. Você pode mandar fazer uma leva de trinta álbuns e colocar a gravação que você quiser no disco, e ganha uma capa personalizada.

O pessoal do portal “Consequence Of Sound” bateu um papo com o CEO da empresa, Jason Leach, por Skype certa vez. Olha só (áudio em inglês, dá pra ajustar para ter legendas em inglês). Interessou?

https://www.youtube.com/watch?v=jYgcbvp0a0I

(tema surrupiado do amigo Leandro Saueia)

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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