Cultura Pop
Veja um dos últimos shows do Steely Dan com Walter Becker

Até o momento, quem estiver ainda na pilha de assistir a um show do Steely Dan, encontra a banda ainda na ativa, apesar da morte do guitarrista e co-líder Walter Becker, neste domingo (3). O grupo tem datas a partir de outubro para uma turnê norte-americana. No dia 28 desse mês, o giro chega a Dublin, na Irlanda, com duas datas, e passa também por Londres – nesses três últimos shows, o grupo tem a companhia dos Doobie Brothers no palco (confira aqui e aqui).
Donald Fagen, a outra metade da banda, vinha cumprindo sem o parceiro as datas da banda, alternando com seu grupo solo, Donald Fagen & The Nightflyers – ele vem tocando nesses shows solo o repertório de seu primeiro álbum sem o SD, The nightfly, de 1982. Em julho, Fagen fez shows do SD sem Walter no Classic West e no Classic East, em Los Angeles e Nova York. Afirmou à Billboard que “Walter está se recuperando de um procedimento e espero que ele esteja bem muito em breve”, sem dar muitos detalhes.
Para matar as saudades de Becker, dá pra ver no YouTube um dos últimos shows do grupo com ele: foi em 27 de maio no Roger Sherman Baldwin Park, em Greenwich, Connecticut. O grupo contou com músicos como Larry Carlton, na guitarra, e dedicou o hit Pretzel logic a outro nome do rock que se foi recentemente, Gregg Allman.
Setlist:
Bodhisattva
Black friday
Hey nineteen
Aja
Show biz kids
Black cow
Daddy don’t live in that New York City no more
Time out of mind
Dirty work
I want to (Do everything for you)
Josie
Peg
My old school
Reelin’ in the years
Kid Charlemagne
Bis:
Pretzel logic – dedicado a Gregg Allman
The untouchables
Banda: Donald Fagen (vocais, Fender Rhodes, melodica), Walter Becker (guitarra, vocais), Jim Beard (teclados), Keith Carlock (bateria). Freddie Washington (baixo), Larry Carlton (guitarra), Michael Leonhart (trompete, percussão), Roger Rosenberg (sax barítono), Walt Weiskopf (sax alto e tenor), Jim Pugh (trombone tenor), Jim Pugh (trombone tenor), Carolyn Leonhart, La Tanya Hall, Cindy Mizelle (voz, percussão).
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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