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Cultura Pop

O passado punk do Van Halen – temos imagens

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Van Halen punk

Van Halen punk

Viu a capa acima? Você acreditaria num disco com um baita guitarrista e um vocalista histriônico com essa imagem aí?

A gravadora Warner, num encontro com o Van Halen no finzinho de 1977, apresentou essa proposta de capa para a banda. Nada de mostrar todo mundo deixando cair no palco – como aparece na capa que foi para as lojas. Na foto, os integrantes aparecem com cara de poucos amigos e mal conseguindo encarar a câmera. Algo que tem mais a ver com a atitude do punk rock. O baixista Michael Anthony, em especial, aparece com cara de enterro. Sem falar no logotipo totalmente irregular e com zero de leitura.

Lógico que a banda recusou a imagem. E essa viagem da Warner, de fazer o Van Halen ganhar uma cara mais punk, não passou despercebida pela banda. Eddie Van Halen chegou a falar nisso num papo com a “Guitar Player”. “Você precisava ver a capa que a Warner queria para o nosso primeiro disco. Eles queriam fazer a gente parecer com o Clash!”, contou. E aproveitou para cortar todas as relações com a turma dos três acordes.

“Não somos punks, não nos vestimos mal e tocamos bem. Não estou querendo dizer que sou um gênio dos riffs. Mas nada disso tem a ver com punk, que é o que eu fazia quando tocava na garagem”.

A capa do disco, claro, foi essa abaixo. Bem mais convincente na hora de mostrar o que o público poderia esperar de um show da banda.

Van Halen punk

Analisando bem, a capa rejeitada da Warner não era uma total viagem na maionese. O punk estava nas paradas. E o Van Halen até que, aparentemente, mantinha boas relações com a turma punk. Chegava a tocar em locais nos quais dividiam o palco com grupos do estilo, como o Whisky A Go Go. Olha um áudio aí do Van Halen na casa de shows em 1977. Bandas como o X, de Los Angeles, tocavam tanto por ali que pareciam atrações permanente da casa.

Agora dá uma olhadinha na banda punk abaixo.

Van Halen punk

Se você não reconheceu, vamos lá. No sentido horário, Alex Van Halen, Dave Lee Roth e Eddie Van Halen. Essa foto de um suposto Van Halen punk apareceu em agosto de 1977 no fanzine “Slash”.

Não que eles tenham um passado punk além da suposta homenagem-tiração de sarro “Atomic punk”, do primeiro disco da banda. Isso aí foi uma brincadeira do trio no banheiro do Whisky A Go Go, depois de decidirem passar-se por punks e subirem no palco da casa. Só que pouca gente reconheceu a turma, pesar do Van Halen já ser bastante conhecido ali. E a atuação da galera foi tão convincente, que um fotógrafo da “Slash” de plantão por ali clicou o grupo. Tem mais sobre isso aqui.

Falando nisso, peguem “Atomic punk” aí. E feliz aniversário para o primeiro disco do Van Halen!

 

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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