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Strokes empurram lançamento de “Reality awaits” para julho, mas a agenda de shows vai bem

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Strokes (Foto: Reprodução Facebook)

Vai ver, a culpa foi da Copa: os Strokes anunciaram um show em Nova York no dia 2 de outubro ao lado de Fcukers e Beach House, e aproveitaram para avisar que Reality awaits, o novo álbum do grupo, vai atrasar.

Inicialmente o disco havia sido programado para 26 de junho, mas agora Reality awaits – adiantado pelos singles Going shopping e Falling out of love – vai ficar para quase um mês depois. Só no dia 24 de julho os fãs vão ter acesso ao disco de forma oficial (porque sempre vaza, né).

A banda não deu nenhuma explicação para o atraso. Seja como for, tá vindo por aí um período de alta queima de óleo para os Strokes. Eles já se apresentaram no Coachella 2026 (aproveitaram para meter o pau no Governo dos EUA no palco) e em breve tocam em outros festivais, como Bonnaroo e Summer Sonic.

Eles também anunciaram uma grande turnê pelo Reino Unido, América do Norte, Europa e Japão. Será a primeira série completa de shows como atração principal no Reino Unido e na Irlanda em mais de vinte anos, com apresentações incluindo paradas na O2 Arena, em Londres. Os shows de abertura serão de Thundercat, Cage the Elephant, Hamilton Leithauser, Fat White Family, Alex Cameron e ÖLÜM. Rolou tanta procura que mais datas foram adicionadas à agenda.

Não custa lembrar: nesses shows e turnês, a banda segue sem o guitarrista Nick Valensi, já que o grupo contou que ele fará uma “pausa temporária” das apresentações ao vivo.

Olha aí os anúncios do showzaço de Nova York e da tour.

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Hermanos Gutiérrez vão transformar paisagens andinas em música no próximo álbum

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Hermanos Gutiérrez (Foto: Jackie Lee Young / Divulgação)

O Hermanos Gutiérrez volta em 25 de setembro com o sétimo álbum, Los ojos del condor, sucessor de Sonido Cósmico (2024). O disco sai pela Easy Eye Sound e chega acompanhado do single Canto andino, primeira amostra dessa fase mais ligada às raízes sul-americanas da dupla.

A faixa já entrega bastante do clima do álbum: violões em destaque, andamento calmo e uma ambientação inspirada nas paisagens andinas. Os irmãos Estevan e Alejandro Gutiérrez dizem que a ideia do disco nasceu justamente dessa conexão com a América do Sul e com referências musicais da região.

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“Aquela melodia que você ouve no refrão, que é muito alegre e depois volta para os tons escuros e baixos do slide, é legal porque é exatamente assim que o clima funciona nos Andes” , disse Alejandro. “Você tem sol e, de repente, fica tão nublado e parece que pode chover ou até nevar. Canto andino é um chamado dessa paisagem que nos inspirou. Esta é uma carta de amor à América do Sul. O que queremos fazer com este disco é convidar as pessoas a fazerem outra jornada conosco, desta vez pelos Andes, e criar curiosidade por essa cultura e por esta parte do mundo”.

Produzido mais uma vez por Dan Auerbach, dos Black Keys (Dan é dono do selo Easy Eye Sound, por sinal), o álbum aproxima o som da dupla de ritmos e instrumentos andinos. O charango aparece em várias músicas, enquanto Estevan gravou o trabalho usando a mesma guitarra de náilon que ganhou do pai quando era criança.

Ao longo dos discos anteriores, o Hermanos Gutiérrez construiu um som instrumental que mistura violões latinos, surf music e climas cinematográficos. Em Los ojos del condor, essa mistura ganha referências mais diretas do Equador, Peru, Argentina e Colômbia, passando por elementos de milonga e cumbia. Além dos próprios discos, os irmãos colaboraram recentemente com Leon Bridges e Natalia Lafourcade, e também participaram da trilha de um documentário sobre Jack Johnson.

E abaixo você confere o clipe de Canto andino, e a capa de Los ojos del cóndor.

Foto: Jackie Lee Young / Divulgação

Capa do álbum Los Ojos Del Condor, dos Hermanos Gutierrez

 

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Sugar World soa como uma fita VHS derretendo em “Terra incognita”

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Sugar World (Foto: Divulgação)

Fazendo música desde 2013, o duo Ryan e Katryn Stanley fez parte de uma banda de bedroom pop da Flórida chamada Naps – e desde 2016 decidiram montar o Sugar World, grupo com um som bem peculiar, que mistura a alegria do twee pop e os climas experimentais do lo-fi.

A música do Sugar World tem mais a ver com aquelas fitas VHS com cores MUITO estouradas do que com um clima solar comum, vamos dizer assim. Numa só faixa, podem aparecer guitarras noise pop, vocais distorcidos e autotunados, vibes psicodélicas e inspirações que vão do hyperpop ao rap underground da internet.

E esse aí é o som de Terra incognita, novo som do duo, que eles definem como “um experimento para trazer a composição indie rock e twee pop para um ambiente sonoro inspirado por breakbeats, cloud rap e digicore”. “Basicamente, trata-se de ganhar muito dinheiro, investir esse dinheiro em um carro e depois jogá-lo de um penhasco”, brinca Katryn.

Ou seja: pode esperar alegria e barulho na mesma medida em Terra incognita. Ryan escreveu a faixa e foi também o técnico de gravação. A faixa vai estar no próximo álbum da dupla, Supercassettevision, que sai no verão (ou seja, entre junho e setembro, que é quando o sol brilha mais forte na terra deles).

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Pablo Vermell transforma “Futuro distante” em disco novo na versão deluxe

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Pablo Vermell (Foto: Sillas H. / Divulgação)

Há alguns meses, falamos de Futuro distante, álbum de estreia do santista Pablo Vermell, lançado em 14 de agosto do ano passado. Um disco curtinho, que aponta basicamente para a mistura de rock e pop adulto de rádio, com participações de Lucas Gonçalves (Maglore), da cantora amazonense Corama e banda norte-americana Valiant Blues. Pablo lança agora a versão deluxe do álbum, com uma faixa a mais e algumas diferenças na track list original – fazendo com que os dois discos sejam experiências distintas.

Pra começar, Na espera, a jovemguardista faixa de abertura do disco, ganhou uma versão estendida, com novo nome: Na espera – de um cometa ou de um raio. Ganhou também um clipe, dirigido pela cantora e cineasta Sofi Frozza, que transforma parques e ruas de São Paulo em um cenário de contemplação.

“A ideia é sinalizar a espera de algo incerto. “O videoclipe e a música falam sobre essa sensação de esperar algo que pode chegar de repente, ou talvez nunca, e como esses momentos moldam a nossa percepção do tempo”, conta Pablo, que pôs o subtítulo na faixa justamente para reforçar essa ideia.

Frio, outra faixa de Futuro presente, virou Luzes que vão passando, releitura inspirada mais de perto pela queda das temperaturas e pela luz baixa dos dias nublados. A nova versão foi feita por Pablo ao lado da banda gaúcha Supervão – e nela, versos inéditos se somam a camadas de guitarra gravadas por Mario Arruda e Leonardo Serafini, do grupo.

“A letra surgiu no isolamento, quando o tempo parava e a cidade seguia lá fora sem a gente. Com a Supervão, conseguimos criar esse contraste: a nossa imobilidade contra o borrão das luzes que passam. É uma solidão silenciosa, que observa a vida em uma velocidade diferente da nossa”, conta.

Outra faixa do disco foi redesenhada: Low profile, uma balada pop, referenciada em artistas como Mac deMarco, fala sobre como hoje em dia, com esse excesso de redes sociais e demandas digitais, não há nada mais cool do que ficar no seu cantinho e largar a exposição de lado. Ela virou En mi cuarto, com a participação da cantora argentina Livia, e o acréscimo de versos em espanhol. O encontro de Pablo e Livia ganhou também um clipe realizado entre Brasil e Argentina. E o repertório é complementado pela inédita Régis, na qual Pablo conta com a participação de Lauiz, da banda Pelados.

O fato de haver participações de pessoas de variados lugares, visões, idiomas e sotaques em Futuro presente, segundo Pablo, passa pelas angústias mostradas no disco, que incluem temas como o isolamento, as crises do começo da vida adulta e o dia a dia hiperconectado. O objetivo é mostrar que certas coisas são universais.

“Essa correria e a sensação de que o tempo está escapando pelas telas é algo que todo mundo sente hoje. Trazer essas conexões e diferentes vozes para o disco foi um jeito de transformar esse isolamento em um ponto de encontro. O álbum é plural porque essa angústia de tentar viver o agora também é coletiva”, explica Pablo Vermell.

Foto: Sillas H. / Divulgação

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