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Cultura Pop

Um papo adulto com o Blondie num programa infantil

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Debbie Harry, que novidade, trabalhou para a BBC. Foi num curto período, nos escritórios da rádio em Nova York, nos quais ela atuou como secretária e datilógrafa, lidando direto com as equipes dos programas. Essa foi uma das histórias que a cantora do Blondie contou, ao lado de seu parceiro Chris Stein, durante uma visitinha que ela fez a um programa infantil da BBC, o Swap Shop, em 22 de dezembro de 1979, pouco antes do Natal.

O Blondie, na época, estava fazendo bastante sucesso e tinha lançado recentemente o quarto disco, Eat to the beat. O álbum cumpria bem a missão de suceder Paralell lines (1978), o disco do grande hit Heart of glass. Durante a entrevista dada do programa, Debbie afirmava que basicamente ia descansar no final do ano para vir com a turnê do novo disco (que havia sido lançado em setembro) no começo de 1980. Chris, que atuava como fotógrafo nas horas vagas (clicou Debbie algumas vezes e você já viu isso até mesmo aqui no POP FANTASMA) levou sua câmera fotográfica para o estúdio da BBC, e contou um pouco sobre como a banda se conheceu e se formou.

Para quem se interessa por detalhes malucos do mundo pop, rola uma discussão pra lá de estranha entre Chris Stein e o apresentador do programa, Noel Edmonds, a respeito do sucesso da banda nos Estados Unidos, já que o Blondie era grande na Inglaterra na época. “Estamos bem, não somos como um Fleetwood Mac mas estamos por cima”, conta Stein, citando uma das bandas-mania da época.

“Curioso você falar isso, o Fleetwood Mac não é tão grande aqui”, retruca Edmonds, falando sobre a banda de origem inglesa, mas que andava lá pelos EUA na época. Começa um papo nada infantil sobre artistas americanos que não fazem sucesso na Inglaterra (ou o oposto) que deixa Stein e Debbie visivelmente entediados e constrangidos.

Depois chega um dos momentos mais queridos do programa: quando Chris e Debbie pegam o telefone da atração e responde às perguntas das crianças que conseguem ligar para a atração. Entre as questões: “Qual foi o momento mais legal da sua vida?”, “A Debbie já fez algum esporte?”, “O grupo ganhou esse nome por causa da cor do seu cabelo?”.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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