Cultura Pop
Um filme institucional da Ford de 1965 com trilha dos Doors

Por pouquíssimo tempo, em 1965, os Doors foram uma banda do cast da Columbia Records. Passaram seis meses na gravadora, fizeram testes de estúdio, e acabaram sendo dispensados sem que a firma conseguisse achar um produtor que trabalhasse com eles.
No ano seguinte, o grupo seria contratado pela Elektra. Entre o pé na bunda e a recontratação, Jim Morrison (voz), John Densmore (bateria), Robbie Krieger (guitarra) e Ray Manzarek (teclados), que andavam na pindaíba, acabaram tendo a oportunidade de fazer um job rápido, que rendeu US$ 200 para a banda e deu uma salvada na pátria enquanto o sucesso não vinha.
É esse filme aí embaixo, Love thy customer, dirigido em 1965 por um sujeito chamado David Bowen, e que era uma peça institucional, a ser enviada para as concessionárias da empresa. Sabendo que a banda não ia bem, amigos do quarteto sugeriram o nome deles para a produção do filme. Eles acabaram sendo chamado para passar um dia no estúdio criando a trilha sonora do curta – que é instrumental, com Morrison fazendo efeitos de percussão em vez de cantar.
Esse filme institucional da Ford passou décadas como um enorme mistério na história da banda, até ser descoberto em 2014 e incluído num DVD de raridades dos Doors, R-Evolution, só com material de TV e cinema.
Quem não sabe que o filme chegou até a sair em DVD, pode desconfiar no começo de que se trata de uma outra banda com o mesmo nome. Só que dá para reconhecer imediatamente a guitarra de Robbie (que faz vários efeitos) e o órgão Vox de Manzarek. E o mais curioso é que certas passagens musicais soam como rascunhos de músicas dos Doors – no finalzinho, tem um som que lembra muito o que o grupo faria em I looked at you, do primeiro disco, de 1967
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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