Cultura Pop
Ué? O Rage Against The Machine previu a campanha de Donald Trump?

Tem vários discos de 2017 esperando aí por você, como o novo do The War On Drugs (A deeper understanding), o novo do At The Drive-In, in•ter a•li•a, e a estreia epônima do Prophets Of Rage, formado por um trio vindo do Rage Against The Machine (Tom Morello, Brad Wilk e Tim Commerford), um rapper do Public Enemy (Chuck D) e outro do Cypress Hill (B-Real).
E o trio Tom, Brad e Tim já pode dizer que o nome do grupo não foi escolhido à toa, já que os três são, er, profetas de verdade. Pelo menos é o que andaram dizendo alguns sites gringos, como o Feel Numb. Afinal, no clipe de Sleep now in the fire, lançado em 1999, o Rage Against The Machine previu nada menos que a campanha de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos. Olha só a imagem abaixo, que aparece por volta de 1:04 no clipe. Um cara segura a placa “Donald J. Trump para presidente em 2000” (ok, erraram só uns 16 anos).

Esse é o clipe.
Na verdade não é bem assim, e nenhum dos integrantes do RATM tem (até que se descubra) poderes paranormais. Pouca gente lembra disso, mas Trump chegou a ter uma candidatura curtíssima à presidência entre 1999 e 2000, que acabou não vingando. O empresário, apresentador de TV e hoje (oh Deus) presidente dos EUA foi candidato a candidato pelo Partido Reformista durante o período, mas abandonou a campanha.
https://www.youtube.com/watch?v=olGB7TPoosc
E a história do clipe de Sleep now in the fire tem mais detalhes sórdidos. A começar porque o diretor Michael Moore (olha só quem) decidiu gravar a banda tocando na entrada da Bolsa de Valores de Nova York. As portas do prédio acabaram fechadas, já que Moore conseguiu autorização para filmar a banda tocando nos degraus – mas não conseguiu permissão para gravar a calçada, as ruas e (mais complexo ainda) não conseguiu autorização para o uso de som em altos decibéis no local. O clipe foi todo filmado em 26 de janeiro de 1999.

Moore não apenas filmou a calçada, como também deu closes em vários policiais e ainda pegou imagens dos tiras discutindo com a banda e com ele próprio. O cineasta acabou detido ao fim do show. “A única ordem que ele deu para a gente foi: ‘Aconteça o que acontecer, não parem de tocar'”, chegou a lembrar o guitarrista Tom Morello.

Sleep now in the fire saiu no terceiro disco da banda, The battle of Los Angeles (1999).
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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