Cultura Pop
They Might Be Giants: Dial-A-Song de volta e clipe malucão

Lembra do They Might Be Giants? O grupo alternativo novaiorquino de John Flansburgh e John Linnell lançou seu vigésimo (!) disco em janeiro, I like fun. E retornou com uma de suas melhores ideias: o serviço Dial-A-Song, criado em 1985, quando a dupla ficou impedida de se apresentar ao vivo por uns tempos. Linnell sofreu um acidente de bicicleta meio sério e Flansburgh tinha tido seu apartamento assaltado.
Sem poder investir em novos shows por problemas de grana e saúde, criaram uma secretária eletrônica – número (718) 387-6962 – em que o fã ligava e ouvia músicas inteiras, demos, ideias não concluídas e até jingles falsos, à moda de The Who sell out, disco do Who (1967). Em meados dos anos 1980, era complicado de ligar, porque se tratava de uma ideia absolutamente nova e a tecnologia disponível ainda não era nenhuma maravilha.
“O Dial-A-Song sempre foi um convite aberto para escrever mais músicas e isso nos liberou para criar maneiras novas de trabalhar. Foi também uma maneira fantástica de as pessoas descobrirem sobre a banda sem a intromissão de chefes das companhias de rádio ou gravadoras”, contiu John Flansburgh numa entrevista ao site Noise Trade.
Em 2002 chegou a sair uma coletânea da banda chamada 20 years of Dial-a-Song. Não era uma celebração do serviço (que chegou a lançar tantas músicas que não caberiam num disco só, e estava fazendo 17 anos naquela ocasião). Era uma – excelente, por sinal – compilação do grupo, trazendo clássicos como Ana Ng, We’re the replacements e outros. Teve até comercial de TV.
Com o tempo, o serviço se estabilizou, mas a banda foi paralelamente se estabilizando com discos e shows, e deixou o Dial-A-Song de lado. Em 2015, as redes sociais animaram a banda a retornar com o serviço, agora pelo YouTube, com uma música por semana. O número 387-6962 também retornou (com código 844 agora) e os fãs têm acesso sempre a sons novos do They Might Be Giants. Tem rádios que também transmitem as músicas do Dial-A-Song e participam do projeto da banda. A lista está no site deles.
E esse aí é o criativíssimo clipe de Lake monsters, uma das músicas do disco mais recente da banda, e canção da semana 33 do retorno do Dial-A-Song. A direção foi feita por um artista chamado Hine Mizushima, que trabalha com artes manuais. Tudo foi feito a partir de bordados animados.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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