Cultura Pop
Sinéad O’Connor ao vivo no PinkPop em 1988

No fim dos anos 1980 Sinéad O’Connor, hoje vivendo uma série de problemas e precisando bastante de ajuda, era o hype da vez. Motivos não faltavam: tinha um clipe (Mandinka) que se recusava a sair da telinha – tanto lá fora, no MTV 120 Minutes, quanto aqui no Brasil nos poucos programas de clipes da TV brasileira -, um grande disco de estreia (The lion and the cobra, de 1987) e uma banda que incluía nomões do punk e do pós-punk como John Reynolds (seu primeiro marido e ex-baterista do ex-PiL Jah Wobble) e Marco Pirroni (que tocou com Sid Vicious e mais uma porrada de gente no Flowers Of Romance e na primeiríssima formação de Siouxsie & The Banshees). E, mais que tudo, a voz e o talento de compositora de Sinéad, autora de quase todo o material do álbum.
Tem pouca coisa no YouTube para lembrar dessa época. Uma delas é a gravação do show da cantora na edição 1988 do festival PinkPop, nos Países Baixos. Numa edição na qual se apresentaram também Joe Cocker, The Pogues, Aswad e os Red Hot Chili Peppers -em vias de lançar Mother’s milk e começar a trilhar o caminho para virar banda enorme – ela apresentou material do primeiro disco, a cover de The hand that rocks the cradle (Smiths), um lado B (The value of ignorance) e uma música que só apareceria no segundo disco, I do not want what I haven’t got, de 1990, Jump in the river. O único galho é que abaixo você só encontra o áudio do show (que rolou em 23 de maio daquele ano).
No YouTube tem, separados, dois vídeos do show.
Jump in the river
Troy
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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