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Cultura Pop

O melhor disco solo de John Frusciante faz aniversário hoje!

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O POP FANTASMA relembra diariamente alguns discos que estão fazendo aniversário. Os textos serão escritos e postados com total desrespeito ao velho apetite do jornalismo por datas redondas, clássicos indiscutíveis (opa, alguns dos que vamos colocar são clássicos sim) e efemérides de meter medo. Veja (e ouça também!) oito discos que sopram velinhas em 24 de fevereiro.

Em 24 de fevereiro de 1968, saía o primeiro disco do Fleetwood Mac – ou Peter Green’s Fleetwood Mac, já que, na época em que o grupo tocava blues, o guitarrista Green era até mais responsável pela personalidade da banda do que os criadores John McVie (baixo) e Mick Fleetwood (bateria)….

… dois anos depois, saía o primeiro disco do monolito Funkadelic, criado por George Clinton…

… o perfeitíssimo segundo disco do Cactus, “One way or another”, saiu em 24 de fevereiro de 1971…

… ih, rapaz! “Physical graffiti”, álbum duplo do Led Zeppelin, e um daqueles discos sobre os quais não resta a menor dúvida, saiu em 24 de fevereiro de 1975…

… deve ser uma mania da Manfred Mann’s Earth Band – o grupo de rock progressivo já apareceu algumas vezes nestas matérias de aniversários em fevereiro, e já lançou pelo menos uns três discos no mês. “Watch” saiu em 24 de fevereiro de 1978…

… teve o Europe lançando disco em 24 de fevereiro de 1984, “Wings of tomorrow”…

https://www.youtube.com/watch?v=FZVqBaRas5I

… “Let them eat pussy”, primeiro disco da desbocadíssima banda americana Nashville Pussy, saiu em 24 de fevereiro de 1998.

https://www.youtube.com/watch?v=ED6KG3aiwmA

… e um dos grandes discos lançados na década passada, “Shadows collide with people”, quarto disco do ex-guitarrista dos Red Hot Chili Peppers, John Frusciante, saiu em 24 de fevereiro de 2004. Parabéns aos discos e aos fãs!

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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