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Cultura Pop

Sampleia, Brasil!: Suonando La Batteria Moderna, de Tullio de Piscopo

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Já pensou que legal você ouvindo um disco inteiro só de… bateria? Bom, se você não conhece Suonando la batteria moderna, do baterista italiano Tullio de Piscopo, lançado em 1974, tá aí uma excelente chance para conhecer.

O disco foi feito como um guia prático para bateristas, e, bom, não tem só bateria: tem uns momentos de percussão também. Mas não tem outros instrumentos nem voz. Em quase 40 minutos, Tullio passa por vários ritmos e apresenta “canções” (opa) como Rocking special, Afro-Cubano, Medium rock, Samba carnival, Krupa swing (homenagem ao swingueiro jazzista Gene Krupa, morto um ano antes do disco sair) e a melhor de todas, Drum fantasy.

Tullio, nascido em 24 de fevereiro de 1946 em Nápoles, Itália, ainda está na ativa, tocando num trio de jazz. Lá pelo fim dos anos 1960, começou uma carreira bem sucedida de educador musical e músico de sessão. A lista de artistas com quem Tullio tocou dá medo: Gerry Mulligan, Chet Baker, Stéphane Grappelli, Massimo Urbani, Gil Evans, Astor Piazzolla, Gato Barbieri, Mina , Lucio Dalla, o coisa-nossa Eumir Deodato e vários outros.

“Que legal, esse disco deve ser bem bacana para samplear, não?”, você deve estar se perguntando. Bom, de acordo com o indispensável Who Sampled, a levada de Medium rock aparece em Guns blazing (Drums of death pt. 1), de UNKLE, com participação de Kool G Rap. A batida surge a partir de 1:06 e segue adiante.

Também aparece em Weapons of mass destruction, do Hive, a partir de 1:55.

Tullio também tocou rock progressivo no disco Atomic system, do NT, desdobramento (surgido de dissoluções da banda original) do grupo progressivo New Trolls. O disco saiu em 1973.

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Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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