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Cultura Pop

Roxy Music apavorando geral no Musikladen em 1973

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Roxy Music apavorando geral no Musikladen em 1973

“O primeiro álbum do Roxy Music ainda soa como algo nunca ouvido na Terra. Como se fossem meia dúzia de bandas separadas clamando por atenção. Tem Velvet Underground, The Marcels, uma pitada de krautrock, Johnny & The Hurricanes. Tudo isso encontrando o Sounds Incorporated (no ácido) com algumas graves mutações prog. Várias faixas têm estrutura-padrão de rock progressivo, e de vez em quando você pode ouvir um mellotron sendo tocado ‘corretamente’. Mas as faixas são cheias de texturas decididamente anti-rock” (leia esse texto inteiro aqui).

https://www.youtube.com/watch?v=hPwFkeABi0U

Sim, faça o teste: mostre alguma música do Roxy Music do começo da carreira a alguém que nunca ouviu a banda. Possivelmente você vai ganhar uma série de respostas – parece banda nova, parece banda dos anos 1970, parece The Cure mas sem os vocais do Robert Smith, parece David Bowie, etc. Ou mostre o vídeo acima, que é uma das últimas aparições do grupo na TV com Brian Eno nos vocais. O músico andou pela banda só no começo, e gravou apenas dois discos. Mas marcou presença tempo suficiente para que o comecinho do Roxy seja eternamente lembrado como uma das melhores fase da banda – que por aquele tempo já contava com Phil Manzanera na guitarra.

Roxy Music apavorando geral no Musikladen em 1973

Todo mundo de guitarra na mão, na parte interna da capa dupla do segundo disco, “For your pleasure” (1973)

O vídeo acima foi feito em 1973 e mostrou a ida do Roxy ao Musikladen, espécie de Globo de Ouro (ou Top Of The Pops) da Alemanha. Tocaram quatro músicas: Do the strand, Editions of you, In every dream home a heartache e Re-make/Re-model. Em alguns momentos, é possível desconfiar que tem mais de uma banda tocando no palco, apontando para vários estilos: rock dos anos 1950, hard rock, progressivo, kraut rock, glam rock, pré-punk, o que pintar.

Pouco depois disso, Eno sairia do grupo alegando diferenças irreconciliáveis com o estilo de liderar de Ferry. O grupo continuaria trilhando uma excelente carreira, com Bryan compondo quase todo o material, com ajudas ocasionais dos colegas. Difícil escolher uma “fase melhor” do grupo, mas essa do Musikladen pegava fogo, até pelos atritos entre vocalista e tecladista – que ainda levava o Roxy para outras paradas, manipulando fitas no palco ou enfiando eletronices nas músicas.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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