Cultura Pop
Rock Grande do Sul: o disco que lançou DeFalla e Engenheiros do Hawaii, em documentário

Em 11 de setembro de 1985, o produtor musical Tadeu Valério, da antiga RCA (hoje Sony), foi ao ginásio Gigantinho, em Porto Alegre, assistir ao festival Rock Unificado. Já tinha sido avisado por um amigo gaúcho – o DJ e produtor Claudinho Pereira – de que deveria ficar de olho nas bandas de rock de Porto Alegre. Não havia lugar melhor para conhecer vários grupos de uma vez só: o evento dava a dez bandas gaúchas a oportunidade de tocar no local, aberto apenas para grandes nomes nacionais e internacionais.

Essa história deu origem ao disco Rock Grande do Sul, lançado em 1985 pela RCA, com as bandas Engenheiros do Hawaii, DeFalla, TNT, Garotos da Rua e Replicantes. E em 2015 os jornalistas Fabrício Almeida e Lúcio Brancato fizeram um documentário de 35 minutos contando toda a história do disco e entrevistando quase todo mundo ligado a ele – incluindo músicos, produtores, jornalistas e agitadores.
Entre os destaques, estão as peças que alguns músicos gaúchos pregavam nos Engenheiros do Hawaii, as exigências contratuais que os Replicantes fizeram para assinar com a RCA (e a gravadora topou todas) e os casos contados por nomes como Edu K, Biba Meira (ambos De Falla) e Carlos Eduardo Miranda.
Do front do Defalla, por sinal, tem novidades. A baterista Biba Meira está em processo de crowdfunding para a gravação do seu primeiro disco solo…
… e os discos da banda da fase BMG (os primeiros, gravados entre 1987 e 1988) foram parar no Spotify.
Rock grande do Sul também está lá, por sinal.
Aliás, como você já viu aqui mesmo no POP FANTASMA, o apresentador Flávio Cavalcanti odiou Rock grande do Sul…
Infos de Zero Hora.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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