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Cultura Pop

Tem gente fazendo resenhas de fita K7

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Tem gente fazendo resenhas de fita K7

Você sabe se no Brasil existem resenhas de fitas K7 em algum lugar? Nunca ouvi falar, mas lá fora tem blogs e até um ou outro youtuber especializados no assunto. Confere aí.

CASSETTE GODS: Realizado metade em Massachussets, metade na Califórnia, esse blog é responsável por resenhas de artistas bastante experimentais e improváveis – incluindo grupos de música eletrônica que você nunca ouviu falar, como Palm Era e Aloes (bom, eu não conhecia, vai que você conhece…). Ou o som lo-fi, gravado em casa, de Mark Tester e sua fitinha Circle city cassette works, com 22 faixas. Se você não guarda esperança alguma de conseguir achar essas fitas, pelo menos consegue escutar todo o material dos artistas do blog no Bandcamp.

UNITED CASSETTES: O lema desse blog é “ajudamos os selos de cassettes a crescer”. O site tem uma ou outra matéria reunindo várias bandas de uma cena, mas ele é pródigo mesmo em revelar artistas dos quais você nunca ouviu falar na vida, como Wood Chickens, Leaaves, Elkhorn e o som punk e barulhento do Brundlefly, do Minnesotta, que lançou uma fita K7 chamada… Demo CD-R.

BANGERTV: O canal de vídeos especializado em heavy metal tem uma resenhista, Sarah Kitteringham, que tem feito vídeos sobre o assunto. Ela leva fitas novas, toca num aparelhinho que deve ter sido comprado pela família dela lá por 1989 e de vez em quando teoriza sobre o assunto. Nesse vídeo do ano passado, ela mostra uma fitinha da banda canadense de speed metal Allagash, uma de suas favoritas.

KEONI MARQUES: Em 2017 (faz tempo, hein?) esse youtuber americano decidiu por conta própria fazer um vídeo curto com uma resenha bem objetiva a respeito da qualidade dos K7s encontrados em lojas como Amoeba Music e outras. Foi da pior à melhor fita. Keoni demonstrou horror pela qualidade de som de Stoney, disco de estreia do rapper Post Malone (2016), em fitinha. “Tem graves pobres, bastante distorcidos”, apontou. “O plástico que cobre a fitinha parece feito de papel celofane”. De vez em quando, Keoni volta ao assunto. Até elogiou a versão K7 da coletânea Def Jam 25: DJ bring that back, feita com cassette translúcido.

TAPE TARDIS: Hoje em dia o que mais tem é blog resenhando disco antigo. E por que não fazer isso com as fitas? Bob Leggitt, o cara que faz esse site, fuçou sua coleção de fitinhas e buscou lá desde a fita original de Voodoo lounge, disco dos Rolling Stones de 1994, até uma fita de concertos de piano do selo Deutsche Grammophon. E ele também curte fazer resenhas de fitas virgens velhas.

TABS OUT: Você achava que faltava um podcast sobre as fitinhas? Não falta mais. Pega aí esse, que traz resenhas sobre novas fitas e aborda vários aspectos sobre o assunto. O site do podcast traz também resenhas e novos lançamentos no formato. Uma delas é a desse grupo aí, Co-Habitant.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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