Cultura Pop
Renato Barros homenageado em festival

Grande artífice do rock brasileiro e um dos pioneiros, no país, do uso da guitarra fuzz, Renato Barros, criador da banda Renato & Seus Blue Caps, morreu em julho, após uma cirurgia cardíaca de emergência e dez dias de internação. E ganha agora uma homenagem. O festival online Pedrada At Home, criado pelo coletivo Pedrada Rocks, encerra a sexta edição do evento (criado logo que a pandemia do novo coronavírus começou) neste sábado (12) e domingo (13) com bandas tocando clássicos do músico.
A transmissão, que rola no YouTube do evento, rola nos dois dias a partir das 18h. E vai ter 28 bandas tocando, entre elas dez bandas que vão fazer a homenagem a Renato (nomes como Leela, Drenna e Erika Martins estão confirmados). Tudo intercalado com depoimentos de artistas que conviveram com o guitarrista e compositor.
A sexta edição do Pedrada On Line já está rolando desde o dia 7 de setembro, com várias palestras e workshops sobre música, incluindo de músicos a gente de marketing e redes sociais (dá pra ver tudo no YouTube do evento).
“O festival só existe por causa da pandemia. Dez dias depois que foi oficializada a quarentena nos reunimos e decidimos fazer um evento, e a ideia é que ele exista também pós-pandemia, online, na formatação que ele é. E pelo menos uma vez por ano deve haver uma edição presencial”, conta Marcia Melo Pitanga, criadora do Pedrada.
A homenagem do Pedrada foi criada com Renato ainda vivo, com o objetivo de arrecadar dinheiro para o músico (que precisou parar com os shows e demais trabalhos após a operação). A ideia de louvar o compositor foi do baterista Bacalhau (ex-Planet Hemp e Autoramas).
“Renato é um dos grandes arquitetos da música brasileira. A morte dele me abateu muito. Eu não gosto de ‘homenagem póstuma’. A gente tem que homenagear as pessoas em vida. Mas me sinto como um filho, um sobrinho do Renato. Ele é um mestre, um professor. Sinto pena de não ter encontrado mais com ele. Ele e o Getúlio Côrtes (autor de Negro gato) estavam sempre ali pela Tijuca tocando”, afirma Bacalhau, que dividiu palco com Renato no festival Abril Pro Rock, em 2014, quando tocava com Autoramas. “O Paulo André (criador do festival) não queria um show clássico nem nosso nem do Renato, e juntamos os dois. Houve ainda um show em BH”.
Bacalhau sonha que cada banda possa incluir a música gravada de Renato em seu repertório. “O melhor lance pra um autor é que alguém grave sua música. E a ideia é que uma galera grave. Não se se vou conseguir juntar tudo num disco”, conta o músico, fã das versões em português que Renato & Seus Blue Caps faziam de Beatles.
“Muita gente torce o nariz para a Jovem Guarda, diz que foi inventado. Cara, tudo foi inventado”, conta. “O Renato tem toda uma relação com Roberto & Erasmo, gravou um disco inteiro com Wanderleia, gravou músicas do Raul Seixas como Raulzito… E depois que acabou a Jovem Guarda e o Roberto deu uma banana para todo mundo, ele se virou bem com o Renato & Seus Blue Caps”.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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