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Cultura Pop

Quando rolou uma parceria entre Eddie Van Halen e Tony Iommi

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Quando rolou uma parceria entre Eddie Van Halen e Tony Iommi

Mudanças no Black Sabbath em 1993. Após o sucesso do disco Dehumanizer, que marcou a volta de Ronnie James Dio (voz) e Vinnie Appice (bateria), os dois saíam para tocar adiante a banda solo do vocalista. Dio ficara enciumado porque o Sabbath abriria um show de ninguém menos que Ozzy Osbourne, e fecharia a apresentação com uma reunião da formação original. Aliás, incluindo o convidado Bill Ward ao lado de Tony Iommi, Geezer Butler e Ozzy.

A banda fez o tal show, mas teve que se virar com Rob Halford, do Judas Priest, no vocal, sem que o cantor já tivesse decorado as letras. Surgiu depois um papo de que a banda voltaria à formação original. Só que o próprio Ozzy teria desistido de tudo e avisado aos colegas por fax.

O grupo, já acostumado a ter seu nome ligado a formações bem variáveis, ficaria em repouso por um tempo. Em 1993, o guitarrista e o baixista começaram a trabalhar num álbum que seria uma espécie de projeto Iommi/Butler, feito em dupla, com convidados. Os tais convivas eram o cantor Tony Martin, que voltava à banda, e o baterista Bobby Rondinelli. Inclusive, ele abandonara as gravações de um disco do Quiet Riot para se juntar ao novo Sabbath.

>> Veja também no POP FANTASMA: Várias coisas que você já sabia sobre o Black Sabbath Vol 4

Segundo Geezer, a gravadora da banda na época, a I.R.S., encheu tanto o saco que o tal disco, Cross purposes (1994), acabou virando um álbum do Black Sabbath. Mesmo que a banda não quisesse mais usar o nome.

Cross purposes foi mais ou menos bem recebido pela crítica, e seguia o esquema avacalhado do Sabbath nos anos 1990. Ou seja: numa época em que o sucesso chegara várias bandas influenciadas pelo som deles, o grupo lançava discos razoáveis e mudava a todo momento de formação. De qualquer jeito, tinha um segredo ali que só os muito fãs souberam naquele momento: Eddie Van Halen, não-creditado, ajudou a compor uma música, Evil eye.

>> Veja também no POP FANTASMA: Quando o Van Halen gravou Kinks

Eddie e Iommi eram amigos desde o comecinho do Van Halen. O VH, em meio à turnê Right here, right now, passou por Birmingham, terra natal do Sabbath, e Iommi foi não apenas encontrar com o amigo como também foi convidá-lo para conferir o ensaio da banda. Iommi buscou uma guitarra emprestada numa loja de música de Birmingham para o amigo e lá foi ele tocar com o Sabbath.

Segundo Tony, a banda começou a tocar Into the void, uma das preferidas de Van Halen, e depois eles começaram a compor juntos – e saiu Evil eye. Não adianta procurar o solo de Eddie na música gravada em Cross purposes, porque não está lá. A ciumeira da poderosona Warner (ex-gravadora do Sabbath e gravadora de sempre do VH) impediu seu nome de aparecer no disco, e o solo também foi cortado.

“Não sei onde está a gravação do solo no meu acervo, mas tenho aqui. É uma joia”, garante Iommi, que exaltou o amigo quando Eddie morreu, no ano passado, num papo com a Rolling Stone. “Ele veio com algo completamente diferente e é muito difícil inventar algo diferente em termos de guitarra. Há milhões de pessoas por aí tentando fazer tocar como Eddie”.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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