Connect with us

Cultura Pop

Isso sim é que é rolé aleatório: quando os Yardbirds tocaram Velvet Underground

Published

on

Isso sim é que é rolé aleatório: quando os Yardbirds tocaram Velvet Underground

Aqui no POP FANTASMA você já leu que uma banda formada por soldados que lutaram no Vietnã gravou Velvet Underground em 1967, num acetato gravada numa tenda do exército. Também leu que o (provável) primeiro cover do Velvet feito por uma banda brasileira rolou em 1973. Agora o que muita gente desconhecia é que uma banda histórica do rock inglês, os Yardbirds, releu uma música do Velvet em 1968: justamente Waiting for the man, segunda faixa da estreia The Velvet Underground and Nico, de 1967.

Havia certa interação entre Yardbirds e o Velvet – pouca interação, vá lá, mas tinha. Bem antes de tocar nos Yardbirds e no Led Zeppelin, o guitarrista Jimmy Page deu uma ajuda para o produtor dos Rolling Stones, Andrew Loog Oldham, no lançamento de uma nova cantora. Era ninguém menos que Nico, que lançava um single contendo I’m not sayin’ no lado A, e The last mile, no B. Essa última era parceria de Page e Oldham, com arranjos e produção do guitarrista.

Segundo esse site, que compila praticamente tudo sobre o Velvet, Yardbirds e VU chegaram a dividir palco em Detroit, entre 18 e 20 de novembro de 1966. Jimmy Page, que já fazia parte do grupo quando o Velvet lançou seu primeiro disco, possivelmente ouviu o debute logo que saiu. E sugeriu que Waiting for the man passasse a fazer parte do repertório dos Yardbirds ao vivo.

Isso sim é que é rolé aleatório: quando os Yardbirds tocaram Velvet Underground

Andy Warhol (E) e Jimmy Page

“Ouvimos e pensamos: ‘É uma música muito boa, não é?'”, disse o baterista do Yardbirds, Jim McCarty numa entrevista à revista Ugly Things, décadas depois. “Provavelmente fizemos porque estávamos com poucas ideias e estávamos procurando material. Tocamos com a formação de Jimmy (Page)“. O guitarrista Chris Dreja acrescentou no mesmo papo que de vez em quando era comum que a banda adicionasse pedaços de músicas de outros artistas no set, “Na verdade, poderia ter sido Jimmy quem quis fazer isso. Boa ligação da parte dele”, completou.

No YouTube, tem uma gravação da banda tocando Waiting, com má qualidade, tirada de um disco pirata. Foi feita num dos shows finais do grupo, no Shrine Hall Exposition em Los Angeles, no dia 31 de maio de 1968. Na época, Jimmy Page atuava como baixista do grupo. Já as imagens do vídeo não têm nada a ver com o som: foram feitas num show na França em 1966, logo após o baixista Paul Samwell-Smith deixar a banda em 1966.

Via Far Out

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Published

on

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Published

on

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Published

on

Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Acompanhe pos RSS