Cultura Pop
Quando o pai de Slash fazia capas de discos

Em várias capas de discos dos anos 1970, o crédito para direção de arte e criação da capa vai para um sujeito chamado Anthony Hudson. Anthony foi diretor de arte do selo Asylum, criado por David Geffen para divulgar os trabalhos da nova geração de cantautores dos anos 1970.

Ele fez também trabalhos para outras gravadoras e criou capas para nomes como Neil Young, para o cantor e ator americano David Blue, e para o Grin, banda de rock liderada pelo futuro integrante da E Street Band de Bruce Springsteen, Nils Lofgren. Boa parte das artes de Anthony podem ser encontradas em álbuns de artistas como Joni Mitchell (Court and spark, de 1974) e Judee Sill (Heart food, de 1973). At Crooked Lake, disco de 1972 do Crazy Horse, também teve sua capa (bem criativa, por sinal) feita por Anthony.




Anos depois, Anthony seria mais conhecido como pai de ninguém menos que Slash, guitarrista do Guns N Roses, por sinal. Saul Hudson, o popular Slash, é londrino criado nos EUA e o pai também nasceu na Inglaterra. Assim que a família Hudson (incluindo a mãe Ola, figurinista que desenhou roupas para David Bowie e Ringo Starr) foi morar em Los Angeles, instalaram-se em Laurel Canyon, lugar lotado de músicos, artistas e figurões da indústria fonográfica. Joni Mitchell morava ali por perto, e David Geffen, patrão do pai Anthony, também.
Por sinal, Slash jura que quando o Guns n Roses assinou com a Geffen Records nos anos 1980, o dono da empresa não o havia reconhecido. Só soube que ele era aquele garoto que conhecera alguns anos antes ao telefonar para Ola num Natal e perguntar como andava a família.
Olha os dois juntos aí não faz muito tempo (Ola, a mãe de Slash, separou-se do marido ainda nos anos 1970 e morreu em 2009).

Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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