Cultura Pop
Quando Bruce Dickinson se arrependeu de não ter socado Axl Rose

Em 1988, o Iron Maiden dava um passinho adiante com o disco Seventh son of a seventh son. Tem quem considere que o passinho foi para a frente, tem quem considere que foi para sei lá onde.
https://www.youtube.com/watch?v=wuw9Ihhc8fk
O disco, que deixou o guitarrista Adrian Smith meio aborrecido – tanto que ele deixou a banda pouco depois – trazia sintetizadores, era marcado por uma sonoridade que unia metal e som progressivo, e ainda trazia uma música-título de nove minutos. O próprio Bruce Dickinson avisou que o próximo álbum (que seria No prayer for the dying, de 1990) traria uma sonoridade “menos polida”. Os fãs do Iron acabaram curtindo a faceta mais elaborada da banda mesmo assim – tanto que o disco debutou como número um na parada britânica de álbuns.
Com Seventh son lançado, o Maiden foi cair na estrada e acabou dividindo palco com uma banda que tinha virado mania: o Guns N Roses, que vendia milhares de discos com a estreia Apetite for destruction (1987). O grupo também estava na mídia graças ao comportamento autodestrutivo de seus integrantes e das polêmicas colecionadas pelo vocalista Axl Rose, um cara que brigava com jornalistas, músicos, fãs, etc. E uma dessas encrencas aconteceu justamente na frente do Iron Maiden, para quem o Guns abriu um show em maio de 1988 em Quebec, no Canadá.
Quando o Maiden retornou a Quebec em 2015 para lançar o disco The book of souls, o vocalista Bruce Dickinson recordou que se arrependia muito de não ter dado um soco no cantor do Guns N Roses. Aconteceu porque, diz Bruce, Axl começou a atacar os espectadores porque eles só falavam francês. “Eu deveria ter subido no palco e dado um soco nele. Como ele se atreve a falar com meu público assim? Eu sempre me arrependi de não ter feito isso”, reclamou num papo com o Journal de Quebec.
A implicância de Bruce com Axl ainda durou um bom tempo – por sinal o tempo suficiente para que, quando o colega virou vocalista do AC/DC, em substituição a Brian Johnson (que saiu para tratar de sua audição) jogou um monte de maldades para cima de Axl numa entrevista. Disse a um jornal australiano que Axl na banda “era uma situação estranha” e que “Agora, só resta Angus Young (guitarrista solo) no AC/DC como membro original. Eu espero que Angus consiga manter a fantástica reputação e nome do AC/DC. Seria terrível ver a banda acabar com uma pessoa que não aparece no palco (opa) ou se atrasa muito (ixe)”.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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