Cultura Pop
Quando a turma que botava Os Muppets pra rodar foi pra frente das câmeras

O encerramento da primeira temporada da série Os Muppets, que foi ao ar em novembro de 1976 pela ATV (no Brasil, a Globo passava a série) trouxe uma surpresa para os telespectadores. A turma que punha o seriado para funcionar largou os bonecos manipulados pra lá, e foi para a frente das câmeras.
O especial se chamou A Muppet Crew Presentation e levou para a telinha todo mundo mesmo. Desde as garotas que trabalhavam na cantina do estúdio, até produtores, roteiristas e dubladores da série.
Gente como Peter Harris (diretor de boa parte dos episódios), Richard Holloway (gerente sênior do seriado) e Martin Baker (um dos principais produtores) passaram pela tela desempenhando os mais variados papeis. Essa turma apareceu no Muppet News Flash, no Hospital Veterinário e em quadros diminutos como o At The Dance ou as piadas rápidas que encerravam cada quadro.
A ideia era que a série fosse assistida não apenas por crianças mas também por adultos. Daí, ninguém ficou esquentando a cabeça com a hipótese de aquelas imagens destruírem as fantasias de algum pimpolho que escrevia cartas para o Papai Noel pedindo para conhecer Caco, O Sapo.

Peter Harris deu uma entrevista para uma revista feminina chamada Woman, na época. No decorrer do papo, explicou que a série surgiu durante um período em que o criador dos Muppets, Jim Henson, estava viajando. “Sem que eles soubessem, decidimos fazer um show simulado de Muppet usando humanos em vez de Muppets. Só que a notícia sobre o que estávamos fazendo se espalhou pelo estúdio. Daí tivemos voluntários de todo o prédio para participar do show”, contou.
O projeto, disse Harris, foi todo montado com pouca grana e tempo disponíveis. Por sinal, a ideia era que não passasse de dez minutos. “Jim adorou, não apenas porque era uma paródia genuinamente engraçada de seu ‘filho’, mas também porque ele percebeu que era a nossa maneira de deixá-lo saber que grande experiência foi trabalhar nos Muppets”, contou.
E por acaso, alguém jogou esse vídeo no YouTube. Pega aí.
Via Muppet Fandom
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Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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