Cultura Pop
Quadro mal-assombrado causa pânico na Nova Zelândia

No que depender de um caso acontecido mês passado na Nova Zelândia, cuidado aí quando você for comprar quadros em certos lugares. Um sujeito foi a uma loja de antiguidades por lá e levou para casa um acrílico sobre tela intitulado Soul bowl. Depois disso, começou a observar uma estranha série de ocorrências em casa. Primeiro, toda hora a pintura caía da parede durante a noite. Numa outra ocasião, ele teve um encontro com o que chama de “pessoa das sombras”.

“Numa noite, uma figura sombria estava se movendo da janela da sala do andar de cima, onde a pintura foi pendurada. Mas ao investigar a sala, vi apenas minha própria sombra na entrada quando olhei pela janela. Arrepiante”, disse o cara ao NZ Herald.

Esses fatos aí convenceram o comprador de que a pintura – assinada por um cara chamado Jill – era mal assombrada. Em pouco tempo, ele decidiu passar o quadro adiante num site de vendas. O engraçado é que o dono foi bastante sincero sobre o que havia acontecido coma pintura e a vendeu como “quadro assustador”.
“Fui aconselhado por um investigador paranormal a revelar que esta pintura é ‘assombrada’, com base em minhas experiências até agora com ela na casa. É claro que nenhum objeto pode ser garantido 100% assombrado, mas posso garantir que minha experiência até agora com a pintura é verdadeira, e não consigo explicar logicamente o que era essa sombra, ou como ela caiu do muro algumas semanas depois”.
O quadro já foi vendido – como você vê no próprio site com o leilão da pintura.
Via The 13th Floor Tv.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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