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Cultura Pop

Peraí, que história é essa de Shiny Happy People, do R.E.M., quase ter sido o tema de Friends?

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Peraí, que história é essa de Shiny Happy People, do R.E.M., quase ter sido o tema de Friends?
shiny happy people

Shiny happy people, do R.E.M., é vício pra muitos fãs do grupo – está em terceiro lugar na plataforma Spotify, o clipe passou tantas vezes que muitos admiradores da banda decoraram a coreografia, etc. Visto hoje, o clipe parece ter tido mais influência na Turma do Didi do que no rock dos anos 1990 e 2000. A canção, por sua vez, apresentou o R.E.M. para um novo público, e poderia ter apresentado a banda para um público, digamos, mais numeroso ainda. Ou pelo menos um público diferente. Se é que é possível.

Isso porque quando a Warner lançou a série Friends, em 1994, a empresa queria de qualquer jeito que o tema de abertura fosse… Shiny happy people, que já havia feito um enorme sucesso, e tinha, pelo menos na visão de algumas pessoas da empresa, a cara da série. A canção chegou a ser usada no piloto da série, quando ela se chamava Friends like us. Se você nunca viu o tal piloto, o vídeo está aí embaixo.

Em 1994, o R.E.M. estava mais preocupado com o lançamento de um de seus melhores discos, Monster – que por acaso chegou às lojas cinco dias após a estreia de Friends, em 27 de setembro. Também estava próximo de fazer sua primeira turnê em seis anos, e de enfrentar problemas graves na volta à estrada – Bill Berry (baterista) e Michael Stipe (voz), por exemplo, foram parar na mesa de cirurgia. O tal pedido para que Shiny happy people fosse usado foi negado, e a Warner teve que correr atrás de outra banda.

Os Rembrandts, igualmente contratados pela Warner, foram convidados, e gravaram com exclusividade I’ll be there for you, uma parceria dos dois integrantes do grupo (Phil Solem e Danny Wilde) com o diretor musical Michael Skloff, os produtores executivos Marta Kauffman e David Crane e a compositora Allee Willis.

No começo, detestaram a ideia e chegaram a pedir para nem aparecerem como intérpretes ou autores. Só que a música, além de tocar na telinha, passou a tocar intermitentemente no rádio e a banda se viu obrigada a estender o curto tema de abertura para uma canção de verdade. O disco do grupo de 1995, LP, já estava fabricado quando a Warner mandou incluir a nova faixa. “Eles já tinham feito cem mil cópias. Não me lembro se eles se lembraram deles ou acabaram em uma lixeira, mas tudo foi reconfigurado para acomodar essa música”, contou Solem num papo com a Variety.

Por acaso, só fugindo um pouco mais do assunto, existe um clipe da faixa. Com participação dos atores de Friends, claro.

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

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No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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