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Cultura Pop

Pare tudo AGORA e dê uma conferida no Instagram de Bebe Buell

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Bebe Buell

Bebe Buell

Não chame Bebe Buell de groupie – ela não gosta. A norte-americana é modelo desde 1971, foi coelhinha da Playboy em 1974 e, na juventude, tinha mesmo era o sonho de ser uma estrela do rock. Conseguiu: gravou discos após os anos 1980, já numa onda entre o punk, o glam rock e a new wave. O mais recente, de 2011, foi Hard love, que tem até versões para músicas da Gang Of Four (I love a man in uniform) e dos Vibrators (Baby, baby). Hoje, ela está tocando com uma banda chamada Bebe Buell & The Rebel Souls.

Bebe teve uma vida amorosa bem movimentada, também. Em 1972, casou-se com Todd Rundgren, mas – no auge da loucura dos anos 1970 – fidelidade não era muito o forte do casal, digamos assim. Pelo menos dois relacionamentos paralelos dessa época deixaram, er, marcas profundas em Bebe. Um deles, como é público e notório, foi com Steven Tyler, do Aerosmith. Bebe ficou grávida dele em 1976 e dessa escapadinha, nasceu Liv Tyler – que inicialmente foi criada achando que seu pai era Todd Rundgren, para que o bebê fosse mantido longe do estilo de vida malucão de Tyler, então drogadaço.

O outro foi com Iggy Pop, que acabou hospedado na casa do casal durante uma viagem de Todd, sob a condição (imposta pelo dono da casa) de que ele não subisse ao terceiro andar, onde ficava seu estúdio. Dito e feito: um dia, ao voltar para casa, pegou Iggy relaxando na banheira do terceiro andar, acompanhado pelos dois cães da modelo – para os quais ele tinha dado pequenas doses de Valium (o caso tá no livro Open up and bleed – A vida e a música de Iggy Pop, de Paul Trynka).

Mas o que interessa é que Bebe, amiga (e ex-namorada) de quase todo mundo que você puder imaginar no universo do rock, mantém um arquivo excelente de fotos dos anos 1970 e 1980 e posta tudo em seu Instagram oficial. Olha aí.

Parece Steven Tyler mas é Liv Tyler, quando criança, fotografada pela mãe. Foi mais ou menos nessa época que Liv descobriu que seu pai era o vocalista do Aerosmith.

https://www.instagram.com/p/BWJhFgZA1eK

Quando Sam Shepard morreu, Bebe o homenageou postando uma foto sua com a cantora Patti Smith, que foi sua namorada. “É uma foto deles em 1971, o ano em que me mudei de Nova York para Virginia. Patti foi uma das primeiras pessoas que conheci quando fui morar com Todd. Ela falava frequentemente de Sam, de como ela respeitava seu talento e de como o amava”.

https://www.instagram.com/p/BXN-z1IAbTn

Rolou também homenagem a Anita Pallenberg.

https://www.instagram.com/p/BVclVwZgDlm

Depois que o casamento com Todd acabou, Bebe teve um namoro com outra figura bastante problemática do rock, Stiv Bators, dos Dead Boys. Olha ela aí lembrando do ex-namorado em fotos do Instagram.

https://www.instagram.com/p/BU7uqa3gU7Y

https://www.instagram.com/p/BU7GuXmgfCJ

De vez em quando rolam umas fotos dela nos anos 1970.

https://www.instagram.com/p/BXRqBXhAEw0

https://www.instagram.com/p/BXJr5I4A3q1

https://www.instagram.com/p/BXD4oSjgszH

https://www.instagram.com/p/BXCZA3ggyO5

https://www.instagram.com/p/BWjVygeA6BQ

https://www.instagram.com/p/BUhfq2dA9Iw

Bebe na Playboy em 1974, com o então marido Todd Rundgren na camisa.

https://www.instagram.com/p/BUhfEQvANte

Tem umas fotos do casal Bebe-Todd também.

https://www.instagram.com/p/BTPyQ74AATa

Vestindo a camisa da Mainman, empresa que cuidava da carreira de David Bowie, nos anos 1970.

https://www.instagram.com/p/BRzYQIvAgYP/

Aparentemente, vai tudo bem entre Bebe e o ex-namorado Steven Tyler. Em 2016 eles apareceram juntos nessa foto lá em Nashville, onde ela mora. Os dois estavam assistindo a um show da Loving Mary Band.

https://www.instagram.com/p/BXVnaoXgpK3

Olha os dois aí de novo.

https://www.instagram.com/p/BXQvG9MAl7C

Com o amigo Joey Ramone.

https://www.instagram.com/p/BUSCUWfgiH4

Bebe era também fã e amiga de Lou Reed e postou essa foto maravilhosa do roqueiro… fazendo tai-chi-chuan (!).

https://www.instagram.com/p/BRJOGx6gDeS

Cultura Pop

George Harrison em 2001: “O que é Eminem?”

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George Harrison (Reprodução YouTube)

RESUMO: Em 2001, George Harrison participou de chats no Yahoo e MSN para divulgar All Things Must Pass; com humor, respondeu fãs poucos meses antes de morrer – e desdenhou Eminem (rs)

Texto: Ricardo Schott – Foto: Reprodução YouTube

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“Que Deus abençoe a todos vocês. Não se esqueçam de fazer suas orações esta noite. Sejam boas almas. Muito amor! George!”. Essa recomendação foi feita por ninguém menos que o beatle George Harrison no dia 15 de fevereiro de 2001 – há 25 anos e alguns dias, portanto – ao participar de dois emocionantes chats (pelo Yahoo e pelo MSN).

O tal bate-papo, além de hoje em dia ser importante pelos motivos mais tristes (George morreria naquele mesmo ano, em 29 de novembro), foi uma raridade causada pelo relançamento remasterizado de seu álbum triplo All things must pass (1970), em janeiro de 2001. George estava cuidando pessoalmente da remasterização de todo seu catálogo e o disco, com capa colorida e fotos reimaginadas, além de um kit de imprensa eletrônico (novidade na época), era o carro-chefe de toda a história. O lançamento de um site do cantor, o allthingsmustpass.com, também era a parada do momento (hoje o endereço aponta para o georgeharrison.com).

Os dois bate-papos tiveram momentos, digamos assim, inesquecíveis. No do Yahoo, George fez questão de dizer que era sua primeira vez num computador: “Sou praticamente analfabeto 🙂 “, escreveu, com emoji e tudo. Ainda assim, um fã meio distraído quis saber se ele surfava muito na internet. “Não, eu nunca surfo. Não tenho a senha”, disse o paciente beatle. Um fã mais brincalhão quis saber das influências dos Rutles, banda-paródia dos Beatles que teve apoio do próprio Harrison, no som dele (“tirei todas as minhas influências deles!”) e outro perguntou sobre a indicação de Bob Dylan ao Oscar (sua Things have changed fazia parte da trilha de Garotos incríveis, de Curtis Hanson). “Acho que ele deveria ganhar TODOS os Oscars, todos os Tonys, todos os Grammys”, exultou.

A conta do Instagram @diariobeatle deu uma resumida no chat do Yahoo e lembrou que George contou sobre a origem dos gnomos da capa de All things must pass, além de associá-los a um certo quarteto de Liverpool. “Originalmente, quando tiramos a foto eu tinha esses gnomos bávaros antigos, que eu pensei em colocar ali tipo… John, Paul, George e Ringo”, disse. “Gnomos são muito populares na Europa. E esses gnomos foram feitos por volta de 1860”.

A ironia estava em alta: George tambem disse que se começasse um movimento como o Live Aid ajudaria… Bob Geldof (!)., o criador do evento. Perguntado sobre se Paul McCartney ainda o irritava, contemporizou: “Não examine um amigo com uma lupa microscópica: você conhece seus defeitos. Então deixe suas fraquezas passarem. Provérbio vitoriano antigo”, disse. “Tenho certeza de que há coisas suficientes em mim que o irritam, mas acho que já crescemos o suficiente para perceber que nós dois somos muito fofos!”. Um / uma fã perguntou sobre o que ele achava da nominação de Eminem para o Grammy. “O que é Eminem?”, perguntou. “É uma marca de chocolates ou algo assim?”.

Bom, no papo do MSN um fã abusou da ingenuidade e perguntou se o próprio George era o webmaster de si próprio. “Eu não sou técnico. Mas conversei com o pessoal da Radical Media. Eles vieram à minha casa e instalaram os computadores. Os técnicos fizeram tudo e eu fiquei pensando em ideias. Eu não tinha noção do que era um site e ainda não entendo o conceito. Eu queria ver pessoas pequenas se cutucando com gravetos, tipo no Monty Python”, disse.

Pra ler tudo e matar as saudades do beatle (cuja saída de cena também faz 25 anos em 2026), só ir aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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