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Os dez videogames mais bizarros de todos os tempos

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Os dez jogos de videogames mais bizarros de todos os tempos

Sim, o mercado de videogames atualmente é a indústria de entretenimento que mais lucra, vencendo com folgas o mercado cinematográfico e fonográfico. Contudo, para cada campeão de vendas como Call of Duty, GTA ou Super Mario, aparecem diversas “pérolas” pouco divulgadas que se tornam relíquias disputadas a tapa por colecionadores e que nos fazem pensar que substância havia na água dos programadores que criaram tais insanidades.

Por isso, caso haja algum fã de games curioso e louco o bastante para aventurar-se neste “maravilhoso” mundo dos games bizarros, nós do POP FANTASMA selecionamos dez dos videogames mais bizarros, que acreditamos que sirvam como um bom cartão de boas-vindas! Pegue seu joystick e divirta-se! E, ah, vamos do décimo menos maluco ao primeiro mais maluco. Siga aí.

10 – BATTLE CONSTRUCTION VEHICLES (Playstation 2). Jogos de porrada existem aos montes, mas duvido que você já tenha visto algum em que se luta com tratores, guindastes, retroescavadeiras e afins em canteiros de obras…

09 – MORT, THE CHICKEN (Playstation 1): Aqui você comanda uma galinha que tem como objetivo levar pintos até o final da fase (sem maldade!) sãos e salvos. Interessante que tem um botão que serve somente pra ciscar o chão. Só não me pergunte pra que…

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08 – BAD MOJO (PC): Um simulador de como ser uma barata, Se você leu “A Metamorfose”, de Franz Kafka e ficou curioso pra saber como é viver essa experiência, sua chance é essa.

07 – SEAMAN (Dreamcast e Playstation 2): Esse aqui é esquisito demais. Resumidamente, você usa um microfone (que vem com o game) para conversar com um peixe com cara de japonês. Que, a propósito, é bastante boca-suja – e não tem o menor pudor em insultar o jogador quando importunado. Mas mesmo assim, você tem que fazê-lo evoluir até chegar a um sapo. Ah, e vale ressaltar que as cenas entre as fases são narradas pelo eterno Spock Leonard Nimoy. Para dar uma noção da insanidade, eis esse vídeo onde criador e criatura dialogam animadamente sobre política e religião.

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06- CHO ANIKI (PC Engine, PS1, PS2, Saturn e cia): Série famosa no Japão (e lançada somente por lá), é conhecida por suas altas doses de homoerotismo. Em toda parte dos cenários tem marombados pelados, é impressionante! Os próprios personagens que controlamos são naves espaciais em forma de homens seminus – que atiram através de um buraco na cabeça!!

05 MR. MOSQUITO (Playstation 2): Aqui você controla um mosquito que tem como objetivo chupar sangue das pessoas, enquanto foge de tapas e inseticidas. Realmente é uma experiência ímpar…

04 – VIB RIBBON (Playstation 1): Primeiro, uma confissão: esse é um dos meus jogos favoritos de todos os tempos! Com visual extremamente simples, a coisa consiste em apertar os botões corretos de acordo com os obstáculos que aparecem. Mas a grande graça aqui é que qualquer CD de áudio que vc puser no videogame vai gerar uma fase aleatória!! Músicas calmas vão gerar fases fáceis. Já músicas agitadas vão gerar fases insanas… Pra provar o que eu digo, aqui está um video de uma fase criada a partir de uma música do Misfits.

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03 – KATAMARI DAMACY (Playstation 2 e Playstation 3): Basicamente essa insanidade se resume a rolar uma bola e grudar objetos nela. O objetivo é torná-la cada vez maior. A princípio, como sua bolinha é minúscula, só dá para grudar coisas pequeninas. Mas a medida que ela vai crescendo, dá pra grudar prédios, montanhas, navios e até planetas! A trilha sonora repleta de jazz e de músicas cantadas é simplesmente lindíssima. E a quem interessar possa, custa 25 doletas no cdjapan.co.jp!

02 – LSD DREAM EMULATOR (Playstation 1): Sempre me indago como os programadores chegaram à conclusão que isso aqui seria uma simulação exata de uma viagem de ácido (ou “LSD Dream”)… Ah, e pensando bem, melhor nem saber mesmo…

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01 – BOOING GA BOOING GA (Arcades): Você já teve raiva da sogra, de uma ex-namorada, do seu chefe, mas nunca soube como extravasá-la? Seus problemas acabaram em Boong Ga Boong Ga. Você escolhe seu alvo e logo em seguida enfia um dedo no c… dele o mais forte que puder! Não é força de expressão. A máquina vem com uma bunda gigantesca e um controle em forma de mão com o dedo indicador em riste. Você escolhe seu desafeto e ,ao ouvir o sinal, simplesmente o introduz com toda a raiva possível! Quanto maior o impacto, mais pontos! Pena que essa máquina sofreu sérias censuras quando foi lançada nos EUA. Lá, ao invés de um dedo, você “apenas” dá um chute ou tapa nas nádegas do sujeito…

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Dan Spitz: metaleiro relojoeiro

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Se você acompanha apenas superficialmente a carreira da banda de thrash metal Anthrax e sentia falta do guitarrista Dan Spitz, um dos fundadores, ele vai bem. O músico largou a banda em 1995, pouco antes do sétimo disco da banda, Stomp 442, lançado naquele ano. Voltaria depois, entre 2005 e 2007, mas entre as idas e as vindas, o guitarrista arrumou uma tarefa bem distante da música para fazer: ele se tornou relojoeiro (!).

A vida de Dan mudou bastante depois que o músico teve filhos em 1995, e começou a se questionar se queria mesmo aquela vida na estrada. “Fazíamos um álbum e fazíamos turnês por anos seguidos, e então começávamos o ciclo de novo – o tempo em casa não existia. É uma história que você vê em toda parte: tudo virou algo mundano e mais parecido com um trabalho. Eu precisava de uma pausa”, contou Spitz ao site Hodinkee.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Rockpop: rock (do metal ao punk) na TV alemã

Na época, lembrou-se da infância, quando ficava sentado com seu avô, relojoeiro, desmontando relógios Patek Philippe, daqueles cheios de pecinhas, molas e motores. “Minha habilidade mecânica vem de minha formação não tradicional. Meu quarto parecia uma pequena estação da NASA crescendo – toneladas de coisas. Eu estava sempre construindo e desmontando coisas durante toda a minha vida. Eu sou um solucionador de problemas no que diz respeito a coisas mecânicas e eletrônicas”, recordou no tal papo.

Spitz acabou no Programa de Treinamento e Educação de Relojoeiros da Suíça, o WOSTEP, onde basicamente passou a não fazer mais nada a não ser mexer em relógios horrivelmente difíceis o dia inteiro, aprender novas técnicas e tentar alcançar os alunos mais rápidos e mais ágeis da instituição.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Discos de 1991 #9: “Metallica”, Metallica

A música ainda estava no horizonte. Tanto que, trabalhando como relojoeiro em Genebra, pensou em largar tudo ao receber um telefonema do amigo Dave Mustaine (Megadeth) dizendo para ele esquecer aquela história e voltar para a música. Olhou para o lado e viu seu colega de bancada trabalhando num relógio super complexo e ouvindo Slayer.

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O músico acha que existe uma correlação entre música e relojoaria. “Aprender a tocar uma guitarra de heavy metal é uma habilidade sem fim. É doloroso aprender. É isso que é legal. O mesmo para a relojoaria – é uma habilidade interminável de aprender”, conta ele. “Você tem que ser um artista para ser o melhor – seja na relojoaria ou na música. Você precisa fazer isso por amor”.

>>> POP FANTASMA PRA OUVIR: Mixtape Pop Fantasma e Pop Fantasma Documento
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Cinema

Bead game: desenho animado sobre agressividade

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Bead game: desenho animado sobre agressividade

Em 1977, o diretor de cinema Ishu Patel fez o curta-metragem de animação Bead game, que foi relançado recentemente pelo National Film Board of Canada.

Para mostrar como a agressividade pode chegar a níveis inimagináveis, ele criou uma animação que usa apenas contas coloridas, que ganham a forma de vários objetos, animais, pessoas e monstros – um lado sempre tentando derrotar o outro. E quando você nem imagina que a briga pode ficar maior ainda, ela fica.

Via Laughing Squid

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Cultura Pop

Bad Radio: no YouTube, a banda que Eddie Vedder teve antes do Pearl Jam

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Bad Radio: no YouTube, a banda que Eddie Vedder teve antes do Pearl Jam

Em 1986, surgiu uma banda de rock chamada Bad Radio, em San Diego, Califórnia. Foi um grupo que fez vários shows, ganhou fãs e se notabilizou como uma boa banda de palco da região. Mas que se notabilizou mais ainda por ter tido ninguém menos que o futuro cantor do Pearl Jam, Eddie Vedder, nos vocais.

Eddie Vedder, que é lá mesmo de San Diego, aportou por lá em 1988 e ficou até 1990. Conseguiu fazer uma mudança geral no grupo, que tinha uma sonoridade bem mais new wave com a formação anterior, com Keith Wood nos vocais, Dave George na guitarra, Dave Silva no baixo e Joey Ponchetti na bateria. Wood saiu do grupo e com Vedder, a banda passou a ter uma cara bem mais funk metal, e mais adequada aos anos 1990.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Discos de 1991 #5: “Ten”, Pearl Jam

E essa introdução é só para avisar que jogaram no YouTube a última apresentação do Bad Radio com Vedder nos vocais. Rolou no dia 11 de fevereiro de 1990, pouco antes de Eddie se mandar para Seattle e virar o cantor de uma banda chamada Mookie Blaylock – que depois virou Pearl Jam. A gravação inclui as faixas What the funk, Answer, Crossroads, Just a book, Money, Homeless, Believe you me, What e Wast my days. O show foi dado no Bacchanal, em San Diego.

Com a saída de Vedder, o Bad Radio ainda continuou um pouco com o próprio Keith Wood, de volta, nos vocais. Segundo uma matéria publicada pela Rolling Stone (e que tem detalhes contestados pelos ex-integrantes do Bad Radio), Vedder não foi apenas cantor da banda: ele virou assessor de imprensa, empresário, produtor e o que mais aparecesse. A lgumas testemunhas dizem que a banda não era favorável ao lado ativista de Eddie (que costumava dedicar músicas e shows aos sem-teto), o que ex-integrantes do Bad Radio negam (tem mais sobre isso aqui).

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