Cultura Pop
No YouTube a transição 1973-1974 dos Mutantes

A fase 1973 dos Mutantes só chegou a público 19 anos depois de ela acontecer. Os shows da formação sem Rita Lee, com Arnaldo Baptista (teclados, voz), Liminha (baixo), Sergio Dias (guitarra, voz) e Dinho (bateria), aparentemente, não foram tão marcantes nem quanto os da fase imediatamente anterior, e muito menos em relação aos do período em que Sergio liderou o grupo, com a presença de músicos como Antonio Pedro de Medeiros (baixo) e Rui Motta (bateria).
O único disco gravado pela turma nessa época, o duplo O A E O Z, só saiu em 1992, e já em CD. O álbum foi gravado no verão de 1973 e previsto para ser lançado em abril daquele ano. Em meio a essa demora, teve seu repertório apresentado aos fãs em shows a partir de março – no mês de maio, os Mutantes subiram ao palco do festival Phono 73 para mostrar as enormes faixas do disco. O A E O Z foi sendo adiado e acabou engavetado pela Philips, gravadora da banda, sob a alegação de que não era um disco comercial, o que levou a banda a romper com a empresa. Era um disco bom, mas se tratava de um álbum perdido demais, ácido demais até para os padrões da psicodelia brasuca da época.
Para saber mais dessa e de todas as outras fases dos Mutantes, corra atrás de alguma cópia do livro Discobiografia Mutante, da jornalista Chris Fuscaldo, antes que acabe. Mas esse textinho é só pra avisar que, no YouTube, tem duas pérolas da fase de transição entre o início e o período do disco Tudo foi feito pelo Sol.
Abaixo, uma passagem de som do grupo em 1973, antes de show no Teatro Aquarius em São Paulo, gravada pela TV Cultura. Esse trecho, com uma entrevista com Arnaldo Baptista, apareceu no filme Lóki – Arnaldo Baptista, de Paulo Henrique Fontenelle.
No vídeo abaixo, a transição para a formação “carioca” dos Mutantes, com Sergio Dias, Túlio Mourão (teclados), Liminha (baixo) e Rui Motta (bateria), em 1973, no Ilha Porchat Clube, em São Vicente (SP). Essa formação havia (diz o livro A divina comédia dos Mutantes, de Carlos Calado) estreado em outubro de 1973 no ginásio Cava do Bosque, em Ribeirão Preto (SP). Supõe-se que a música tocada é Cada dia pinta um louco mais louco do que eu, que é citada na biografia de Carlos Calado. Túlio Mourão ainda não estava com seus teclados e tocava só piano acústico nessas apresentações.
Via A divina comédia dos Mutantes e 1973, o ano que reinventou a MPB.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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