Cultura Pop
Mixtape Pop Fantasma: coisas que parecem Mutantes

O papo sobre Mutantes não encerrou no episódio do Pop Fantasma Documento, nosso podcast, que fizemos sobre a fase 1971-1972 deles. Pega aí uma mixtape que a gente acabou de soltar com várias músicas que, digamos assim, parecem muito com Mutantes.
São músicas que fazem parte da nuvem de tags soltada pelos Mutantes, em especial após os anos 1970, com várias referências que estão nas músicas deles. Algumas são nacionais. Se bobear, você conhece os cariocas do Bango, uma banda bastante influenciada pelo grupo de Rita, Arnaldo e Sérgio, e que lançou um único LP pelo selo Musidisc em 1970. Ou a versão blues de Risque, de Ary Barroso, gravada por Silvinha com Lanny Gordin na guitarra no mesmo ano de Jardim elétrico. Ou o samba psicodélico de Ed Lincoln em Assim não dá. Ou o som psicodélico, herdado da banda californiana Spirit, de Paulo Diniz em Balão colorido.
Imaginamos que os Mutantes tenham se inspirado na versão de Shapes of things, gravada pelos Yardbirds, para arranjar Preciso urgentemente encontrar um amigo, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos. E dificilmente eles não escutaram os motoclubistas psicodélicos do Blue Cheer para preencher os sulcos de seus dois últimos discos com Rita Lee. Por outro lado, a frase em espanhol que aparece na letra de Suite: Judy blue eyes, de Crosby Stills Nash & Young (“qué linda, me la traie a Cuba”) aparece na letra de Saravá, dos Mutantes (epa, uma referência a Cuba em plena ditadura militar?). E Exuma, The Obeah Man, do Exuma, que vendeu milhares de compactos no Brasil nos anos 1970, possivelmente estava na playlist particular do grupo. De bônus, as bandas que complementaram o podcast, Mild High Club e Trutas.
Ouve aí!
Yardbirds – Shapes of things
The Millennium – To Claudia on thursday
Ed Lincoln – Assim não dá
Exuma – Exuma, The Obeah Man
Eric Burdon and The Animals – It’s all meat
Captain Beefheart and His Magic Band – Zig zag wanderer
Bango – Motor maravilha
Mothers Of Invention – Hungry freaks, daddy
The Soft Machine – Feelin’ reelin’ squealin’
Blue Cheer – Babylon
Silvinha – Risque
Big Brother And The Holding Company – Call on me
Spirit – I got a line on you
Paulo Diniz – Balão colorido
Crosby Stills Nash & Young – Suite: Judy blue eyes
Yes- Yours is no disgrace
Santana – Black magic woman
Iron Butterfly – Most anything you want
The Doors – The changeling
Sly & The Family Stone – I want to take you higher
bônus
Mild High Club – Skiptracing
Trutas – Gosto daqui
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.







































