Cultura Pop
Mixtape Pop Fantasma #5 (12/05/2021)

Toda quarta-feira às 17h, rola a MIXTAPE POP FANTASMA, dessa vez ilustrada aí por ninguém menos que o guitarreiro Luis Vagner. Ele saiu de cena poucos dias depois de outro grande nome da música brasileira, Cassiano, e o programa tem músicas dos dois. Lembrando que a gente vai ao ar também toda sexta às 11h da manhã Mutante Radio. E que em breve vamos rolar em outras rádios e web-rádios.
>>> Tem mais Mixtape Pop Fantasma aqui.
E resumindo, é isso aí: falamos também do filme Eat the rich, da carreira musical da modelo e atriz Amanda Lear, de Iggy Pop, e da barulheira de Arc, disco de Neil Young & Crazy Horse. Aliás, falamos também de um debate que terminou em machadadas na Alemanha, de Elton John compondo música usando um manual de instruções de forno como letra (!), do grande guitarrista que Prince era, e da época em que o FBI perseguiu Phil Ochs. Mas também tem um balanço de Antonio Carlos & Jocafi em homenagem a Roberto Carlos.
Chegando mais perto do final, tem uma versão engraçadinha de Autobahn, do Kraftwerk, Jeff Beck tocando Motown (e não tocando também), John Cale endoidando um sucesso de Elvis Presley e um som do primeiro disco das Throwing Muses. Ah, lembramos também que estamos toda sexta às 11h da manhã na Mutante Radio, e que lançamos nossa campanha de financiamento mensal.
Ouve ae ;). Tamos no Spotify, no Deezer, no Mixcloud e no Castbox.
Abre:
Cassiano – Calçada
Módulo 1:
Motorhead – Eat the rich
Amanda Lear – The stud
Iggy Pop – Some weird sin
Modulo 1 e meio
Neil Young & Crazy Horse – Arc (trecho)
Machadadas em debate de música na Alemanha
Cosmic Jokers – Gilles Zeitschiff (trecho)
Elton John – Música do manual de instruções do forno (trecho)
Módulo 2:
Prince, Tom Petty, Jeff Lynne, Steve Winwood, Dhani Harrison e outros – While my guitar gently weeps
Luis Vagner – Fusão das raças
Phil Ochs – I ain’t marchin anymore
Módulo 3:
Antonio Carlos & Jocafi – Roberto não corra
Can – I’m so green
Rick Moranis – Autobahn
Módulo 4:
Beck, Bogart & Appice – Superstition
John Cale – Heartbreak hotel
Throwing Muses – Call me
Fim:
Neil Young & Crazy Horse – Blowin’ in the wind
BG: músicas do disco Jurassic rock, de Leandro Souto Maior
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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