Cultura Pop
Mixtape Pop Fantasma #3 (28/04/2021)

Toda quarta-feira às 17h, rola a MIXTAPE POP FANTASMA, dessa vez ilustrada aí pelo aniversariante da semana, Giorgio Moroder. Lembrando que a gente vai ao ar também toda sexta às 11h da manhã Mutante Radio. E que em breve vamos rolar em outras rádios e web-rádios.
>>> Tem mais Mixtape Pop Fantasma aqui.
Resumindo é isso aí: falamos de quando Giorgio Moroder refez o filme Metropolis, do som de Patty Pravo, da versão diferente de Rebel rebel, de David Bowie. E também ferimos os ouvidos dos ouvintes (ouvidos dos ouvintes?) com a pior gravação do The Clash e a releitura que um músico fez do Cut the crap, pior disco da banda. Também falamos da fase reggae de Serge Gainsbourg, de um piratão do Echo & The Bunnymen e de duas atrações do POP FANTASMA APRESENTA. Aliás, tem também alguns minutos da história de um disco jamais lançado do Weezer. Só ouvir aí.
David Bowie – Rebel rebel
Patty Pravo – I giardini di Kensington
Freddie Mercury e Giorgio Moroder – Love kills
Giorgio Moroder – From here to eternity
Cut The Crap reimaginado (Mohawk Revenge) – Dictator
Joe Strummer – Love kills
Screaming Females – I’ll make you sorry
Serge Gainsbourg – Marilou reggae
Echo & The Bunnymen – Paint it black
Weezer – Devotion
Dry Cleaning – Scratchcard lanyard
The Sound – Winning
Neu – After eight
Sombrio da Silva – Acabou
Satanique Samba Trio – Morre, Brasília!
Trechos:
Venom – Live 1986
Creedence Clearwater Revival – 45 revolutions per minute (part 1)
Clash – Dictator
The Sound – Jeopardy
Leandro Souto Maior – Jeffbeckiana, Assim falou Jimmy Page
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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