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Cultura Pop

Miles Davis, Frank Zappa e Leonard Cohen em “Miami vice”

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Miles Davis, Frank Zappa e Leonard Cohen em "Miami vice"

Sucesso no Brasil ao ser exibida pelo SBT e pela Globo, a série Miami vice mostrava o dia a dia de dois policiais combatendo os cartéis do crime em Miami. Aquele tipo de atração televisiva que sempre vai dar certo e encontrar fãs. Isso porque, seja você a favor de qualquer tipo de guerra contra as drogas ou não, quase ninguém resiste a dar uma olhada nesse tipo de programa.

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O elenco normal de Miami Vice já tinha nomes ligados à música ou à cultura pop mais ampla, como o protagonista Don Johnson (o policial e veterano do Vietnã James ‘Sonny’ Crockett), a rainha do cinema black Pam Grier (interpretou a detetive Valerie Gordon) e a cantora Sheena Easton (que fez a esposa de Don, Caitlin Davies-Crockett, assassinada na quarta temporada da série). Mas uma olhada rápida na lista de convidados da série assusta bastante: Phil Collins, Kiss, David Johansen (New York Dolls) e Ted Nugent estiveram em alguns episódios do programa.

Uma das aparições mais memoráveis foi a de ninguém menos que Miles Davis. Em alta em 1985 por causa do LP jazz-pop You’re under arrest (que trazia até releituras de Time after time, de Cindy Lauper, e Human nature, de Michael Jackson), ele surgiu no episódio Junk love, de 8 de novembro, interpretando um cafetão chamado Ivory Jones, conhecido por tocar um negócio bem louco (um hotel repleto de prostitutas viciadas em drogas) e colaborar com a polícia quando dá vontade. O papel de Miles foi pequeno e, digamos, bem marcante.

Em 14 de março de 1986, era a vez de ninguém menos que Frank Zappa aparecer por lá para interpretar um traficante chamado Mario Fuentes – aconteceu no episódio Payback, com direito a Frank de cabelos tosados (foi seu visual em boa parte dos anos 1980), envergando um terno num barco em alto-mar e encarando a câmera enquanto recebe James ‘Sonny’ Crockett e Ricardo Tubbs (Phillip Michael Thomas, o outro policial principal da série).

E olha aí ninguém menos que Leonard Cohen dando o ar de sua graça no episódio French twist, levado ao ar em 16 de fevereiro de 1986. O autor de Hallelujah interpreta um homem do serviço secreto francês, François Zolan, que ordena maldades por telefone – ele aparece o tempo todo usando o aparelho e adquire um ar bem mais malvado do que em sua carreira musical, claro. Leonard disse certa vez que topou participar porque seus filhos eram fãs da série, e que descobriu depois que boa parte das cenas que fez, foram cortadas e reescritas para outros atores.

Aproveite e pegue aí nada menos que VINTE popstars que apareceram na série.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

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Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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