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Cultura Pop

Fizeram uma máscara contra gases do Mickey, para crianças

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Fizeram uma máscara contra gases do Mickey, para crianças

Chega a dar medo só de olhar. Mas essa máscara de gás para crianças no formato do rosto do Mickey Mouse foi criada durante a Segunda Guerra Mundial para proteger crianças, porque não havia nos EUA máscaras especiais para elas, para protegê-las de ataques a gás – e o governo tinha medo de ataques químicos em solo norte-americano. Um dos exemplares está até no 45º Museu da Infantaria, em Oklahoma City.

https://www.instagram.com/p/BdiL4tBH3lO/

O projeto foi aprovado pelo próprio Walt Disney, com lançamento no dia 7 de janeiro de 1942, um mês depois do ataque a Pearl Harbor. T.W. Smith Jr, proprietário da Sun Rubber Company, e seu designer Dietrich Rempel. A ideia, além de dar às crianças uma opção de máscara contra gases, era ajudar a reduzir o medo de usar um troço desses – daí o uso da imagem do Mickey. A Sun Rubber Company produziu cerca de mil dessas. Chegou a surgir a ideia de fazerem uma máscara com o rosto do personagem Charlie McCarthy, boneco animado pelo ventríloquo Edgar Bergen, pai da atriz Candice Bergen. Não rolou, como diz no vídeo abaixo.

O sujeito bigodudo aí de baixo é o próprio Walt Disney mostrando o modelo de máscara para o General William Porter, comandante do Setor de Armamento Químico.

Fizeram uma máscara contra gases do Mickey, para crianças

O projeto inicial era que outros personagens de quadrinhos do universo Disney fossem usados, dependendo do quanto essa máscara do Mickey vendesse. Mas não foi pra frente, até porque não houve guerra química nos EUA na época. As poucas máscaras que restaram foram destruídas ou doadas. Teve coisa parecida em outros países. No Reino Unido, chegaram a fabricar uma máscara “do Mickey Mouse”, mas que só tinham o nome do personagem e nem se pareciam com ele. Na Alemanha, fizeram um berço protetor de gás e capotas protetoras para crianças.

Via Daily Mail, Vintage Everyday e Gas Mask Lexicon.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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