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Cultura Pop

Fizeram uma compilação de livros que aparecem nos episódios dos Simpsons

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Fizeram uma compilação de livros que aparecem nos episódios dos Simpsons

“Como grande fã dos Simpsons, já estava acompanhando um monte de contas no Instagram que compartilhavam temas recorrentes no programa. E me vi colhendo trechos de cenas e detalhes do imenso universo dos Simpsons como carros, tatuagens, referências de filmes, comida. Eu amo todos eles, mas pareceu-me muito estranho que ninguém tenha coberto os elementos literários, porque foi uma das coisas que mais me chamou a atenção. Durante uma noite sem dormir comecei a coletar algumas das imagens para passar o tempo”.

Quem conta a história (ao site It’s Nice That) é a diretora de arte Carmen Lopez, da Guatemala, que criou a conta do Instagram @simpsonslibrary. A ideia da conta é colocar caps de livros, revistas e demais produtos literários que aparecem no desenho animado Os Simpsons. Vários deles são paródias de revistas e livros. Outros são de verdade. Olha a Men’s Health aí.

https://www.instagram.com/p/Bf_Z7eilvmb

E em alguns momentos, os livros escolhidos servem de legendas para as cenas, ou dão uma ideia dos relacionamentos entre os personagens, como quando Lisa (personagem preferida de Carmen) aparece lendo Como falar com um pai bêbado. Ou quando a mesma personagem surge manuseando um guia de episódios dos próprios Simpsons (que existe de verdade e foi publicado).

https://www.instagram.com/p/BTCJ5Rdl06O

https://www.instagram.com/p/BVPhbhWFKiW

https://www.instagram.com/p/BRNqr5qgoHK/

https://www.instagram.com/p/BnKoZBKAtw7

https://www.instagram.com/p/BeQ3xaXlt_q

https://www.instagram.com/p/BmpQQq-gXbJ

https://www.instagram.com/p/BjpXuj8Abi3

https://www.instagram.com/p/BjKneg7gNoE/

https://www.instagram.com/p/BiDcjcWgrTA

https://www.instagram.com/p/BhnXPhilrfk

https://www.instagram.com/p/BgZc3hfF8La

https://www.instagram.com/p/BeYnbslF3zf/

https://www.instagram.com/p/BVnwRdSl29Q/

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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