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Cultura Pop

Lita Ford relembra período em que foi empresariada por Sharon Osbourne

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Lita Ford relembra período em que foi empresariada por Sharon Osbourne

Em entrevista à “Psycho Babble TV” após tocar no festival Rock N Revolt (em Arlington Heights, Illinois, em janeiro), Lita Ford lembrou da época em que foi empresariada por ninguém menos que Sharon Osbourne, mulher de Ozzy Osbourne. O caso foi lembrado pelo portal “Blabbermouth.Net”

A cantora e guitarrista lançou sob supervisão dela o terceiro disco, “Lita” (1988), que tinha uma parceria com Ozzy, “Close my eyes forever”. Ozzy fez vocais na música e ao final da gravação, sequer sabia o nome de Lita. E a ligação com Sharon não foi para a frente, não apenas porque o cantor foi preso e levado para reabilitação, como por uma série de fofocas.

“Foi um tempo ruim para ele nas drogas. Sabemos que ele usava drogas, certo? Mas nessa época ele estava péssimo. Ele sufocou e deixou Sharon aparentemente morta”, diz, referindo-se à época em que o cantor, doidaralhaço, tentou matar a mulher, foi preso e depois solto e perdoado por ela (o crime ocupa algumas páginas da biografia “Eu sou Ozzy”).

“Ele o pôs na cadeia e depois ele teve que ir para o rehab. E como ela estava me empresariando, eu sabia que o que afetasse a carreira dele, afetaria a minha, e foi o que aconteceu”, conta, lembrando que “ainda havia um monte de coisa rolando que ela não tinha descoberto. Sharon deve ter achado que eu era uma daquelas garotas com quem Ozzy estava transando na época. E eu não era”.

Lita, que anuncia novo disco para 2017, confessou também ter sofrido lavagem cerebral do marido com quem esteve casada por 16 anos – Jim Gilette, ex-vocalista da banda de glam metal Nitro.

“É duro de explicar, mas meu ex-marido fez minha cabeça contra a música. Ele era problemático de tão ciumento, queria que eu fosse propriedade dele, é isso”, conta Lita, que lançou uma biografia em 2014, “Living like a Runaway: A memoir”. “Ele não queria nem que me chamassem de ‘Lita Ford’. Se alguém fizesse isso… Meu Deus. E claro que isso me deixou maluca. Tive estresse pós-traumático quando saí desse casamento, tive que reaprender um monte de coisas. Como eu poderia subir num palco e tocar guitarra do mesmo jeito?”.

Olha o papo aí, em vídeo.

No fim do casamento, por sinal, Lita e o marido quase toparam fazer um reality show nos moldes dos “Osbournes” para o canal TLC. Seria o “The Gillettes: An extreme american family”, que obviamente não foi para a frente porque o casal se separou. A cantora, aliás, está linkada a Ozzy Osbourne por outro fato. Nos anos 1980, foi noiva de Tony Iommi, guitarrista do Black Sabbath (banda de Ozzy). Tony chegou a produzir um disco para ela que nunca foi lançado.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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